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São Jorge e o Dragão

sao-jorge-e-o-dragao-330x247 Wallpaper com a célebre pintura de Rafael com o mártir Cristão São Jorge. Na imagem, São Jorge aparece em seu cavalo combatendo o dragão na obra chamada São Jorge vencedor do Dragão.

 

 

São Jorge e o Dragão

Tags do Wallpaper: , 1024x768, Dragão, Luta, Pinturas, Pinturas famosas, Quadro Renascentista, QUadros, Rafael, Rafael Sanzio, Religioso, Renascentista, Renascimento, Saint Geroge, São Jorge, São Jorge contra o Dragão, São Jorge e o dragão, São Jorge vencedor do Dragão

 

Créditos: Rafael



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Os 10 artista mais surpreendentes do grafite 3D no mundo.

3D graffiti, pode ser feito com tinta ou giz, em paredes ou sobre a rua, representa uma nova forma de combinar o domínio das técnicas arte renascentista com o grafite, efémero qualidades de arte urbana maravilhosa. Estes artistas dão um novo significado ao grafite, não só mais como o vandalismo. Veja mais imagens impressionantes...
Artistas como Kurt Wenner, Eduardo Relero e Tracy Lee Stum criam uma arte urbana tão incrível, que é quase impossível passar despercebida.

Kurt Wenner


Kurt Wenner tem a capacidade de transformar classicismo renascentista em arte urbana 3D. Kurt destina-se a “reinventar uma nova era para o classicismo”, trazendo o seu talento para as ruas. Kurt teve seu trabalho caracterizado, em uma longa lista de artigos, recursos de televisão, anúncios e documentários.
Edgar Muller & Manfred Stader Edgar Muller & Manfred Sta
Edgar Muller & Manfred Stader

Edgar Muller e Manfred Stader são dois alemoes que formam uma equipe de pintores de rua. Muitos de seus trabalhos é no estilo 3D anamórfica, mas eles também muitas vezes criam tradicionais pinturas de rua.

Julian Beever




Cada criação de Julian dura um dia todo para ficar concluída, e com alguns dias os desnhos ficam apenas na memória, pois, são lavados pela chuva ou pelo os passos dos que passam por ali. O artista inglês tem feito seus trabalhos por todo o mundo

Tracy Lee Stum



Tracy Lee Stum é por muitos considerado como um dos melhores pintores de rua da atualidade. Ela tem viajado o mundo para ser uma artista caracterizada, já esteve em muitos festivais e eventos, e que ela detém atualmente o recorde mundial do Guinness book como a maior pintora individual do mundo.

Eduardo Relero



Eduardo Relero é um artista de rua que trabalha principalmente na Espanha. Seu estilo fantasioso e ilustrativo retrata o cotidiano, na verdade, cada um de seus desenhos feitos de giz parecem ter uma história por trás de cada um deles.

Rody Tryon


Rod Tryon viajou mais de 20 anos por todo o mundo deixando seus desenhos em giz por onde passava, e em 1996 se inspirou pela primeira vez em tentar fazer desenhos da anamórfica..De suas pinturas, Rod diz “Recepções a platéia através da criação de uma imagem com aparência de que é proveniente de fora da rua, ou a impressão de abrir um buraco no asfalto na frente de você, é um tratamento especial para o artista..” Vendo multidões reagir as suas imagnes 3-D, trazer grande alegria para tanto o artista e. ”
Greg Brown



Seus enormes murais parecem saltar para fora no momento em que o telespectador os vê, mas isso não significa que eles estão fáceis de interpretar. Os murais de Greg’s variam drasticamente em estilo e conteúdo de um para outro, devido ao intenso processo colaborativo que ele tem com cada cliente.

Eric Grohe


Eric Grohe foi um designer gráfico e ilustrador profissional durante décadas antes de começar a trabalhar com grafite em murais. Os murais de Eric parecem que as tintas vão saltar das superfícies que ele pinta. Os trabalhos de Eric refletem em um tema patriota americano, e suas representações de cenas como jogos de futebol e vilas pitorescas transformam paredes em branco em uma obra de arte.

Daim

Artista nascido em Lueneburg “Alemanha”, Daim iniciou sua carreira como freelancer em 1992, no começo de sua carreira desenvolveu trabalhos na Dinamarca, França e Suíça. Trabalhou como professor de graffiti em escolas em Hamburgo, em todo decorrer de seu desenvolvimento profissional participou de concursos e também se tornou membro de algumas crews (Grupo de Grafiteiros).

Análise de obra de arte


Para analisar uma obra é necessário: conhcer os elementos das artes visuais, ou seja, os elementos visuais (linhas, texturas, cores etc:(  conhecer os estilos artísticos, suas características; conhecer o artista (principalmente sua técnica); olhar para a obra e tentar enxergar e identificar  os elementos visuais os quais já estudamos.
Ao olhar para uma obra de arte, você perberá a riqueza de detalhes: a mobília, calçados, utensílios domésticos. Tudo isso leva-nos a conhecer  a época, costumes etc.

Operários de Tarsila do Amaral. Dim. 120 X 205 cm. Óleo sobre tela.
                                                                    Palácio de Verão do Governo do Estado de São Paulo, Campos do Jordão.

                                                                                Diego Velázquez, As Meninas, c.1656, 318 X 276 cm.
                                                                         Óleo sobre tela. Museu do Prado, Madri.

 
                                                                      Kandinsky. Composição VIII, 1923. Óleo sobre tela, 140 X 201.

                                                           Caravaggio, O Alaudista, c. 1596. Dim. 94 X 120 cm.
Óleo sobre tela.
Museu Hermitage, em São Petersburgo, na Rússia.

Michelangelo, A Sagrada Família c. 1503.
Dim. 120 cm de diâmetro. 
Têmpera sobre papel, dia 120 cm, Galleria degli Uffizi, Florença.


Rafael Sanzio. A Madona Alba, c. 1510. Dim.95 cm de diam.
Óleo sobre madeira. National Gallery of Art. Washington.

Vermeer, Mulher com Balança, c. 1664. Dim. 42,5 X 38 cm.
Óleo sobre tela.
National Gallery of Art, Washington (D.C.).


  O casamento dos Arnolfini, 1434.                                    Tintoretto. A Última Ceia, (1592-1594). Dim.3,65m X 5,69 m.
  Jan Van Eyck. Dim.0,81 X 0,60m.                                      Óleo sobre tela. San Giorgio Maggiore, Veneza.
  Óleo sobre painel. Galeria Nacional, Londres.


A Lição de Anatomia do Dr. Tulp. Rembrandt, 1632.
 Dim.162,5 X 216,5 cm. Acervo do Mauritshuis, Amsterdam. Óleo sobre tela.

Guernica, 1937, Dim. 3,50 m X 7,82 m. de Pablo Picasso.
 Óleo sobre tela. Museu Nacional de Arte Rainha Sofia, Madri, Espanha.


Abaporu, 1928. Tarsila do Amaral.
Dim. 85 x 73 cm.  Óleo sobre tela.


Francisco de Goya. Os Fusilamentos de 3 de maios de 1808.
Dim. 260 x 345 cm.
Óleo sobre tela, Museu del Prado, Madrid, Espanha.


Retirantes, 1944. Cândido Portinari. Painel a óleo sobre tela. Dim. 190 x 180 cm.
Museu de Arte de São Paulo.



Café, 1935. Cândido Portinari. Óleo sobre tela. Dim. 130 x 195 cm.
Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.


"A obra de arte é um produto social e, como tal, é produzida em determinado momento e lugar, ou seja, numa determinada sociedade; por isso, expressa uma forma de ler essa sociedade, posiciona-se em relação a essa sociedade que, no limite, reafirma ou contesta seus valores. Isso resulta num jogo em que tanto a obra de arte como a sociedade são motores que acionam mudanças: a sociedade muda e gera uma obra de arte com diferente leitura dessa sociedade; a obra de arte, ao reafirmar ou questionar valores, gera mudanças na sociedade."
                                                                                  (Livro de Português, José De Nicola, Ed. Scipione, 2009/11).



A obra de arte, fala, comunica com o apreciador ou espectador. O artista cria, produz a obra e o espectador lê, analisa e interpreta.


  
Exercício: 24

ANÁLISE DE OBRA DE ARTE

                                                             

1. DADOS TÉCNICOS DA OBRA:  

    - Autor: 
    -Título:
    - Data: 
   - Local onde se encontra:
   - Técnica material: 
   - Dimensão: 
   - Suporte:


2. COMENTÁRIO: Fazer um breve comentário sobre o que vocês observaram na obra escolhida.  Olhe para a obra de   arte, você perceberá a riqueza de detalhes:  elementos da comunicação visual (linhas, texturas, luz e sombra, cores, etc.) a mobília, calçados, utensílios domésticos. Tudo isso leva-nos a conhecer  a época, costumes e compreender melhor o significado da obra.


3. PESQUISA: Pesquisar sobre o artista e sua obra.
  O que pesquisar:
 a) Nome completo do artista e data de nascimento e morte:
b) Origem (onde nasceu cidade, país);
c) Filiação:
d) Origem social:
e) Lugar de formação ou Escola ou mestre:
 f) Técnica, descrever a técnica (pinceladas, cor, luz e sombra, etc.:(
g) Estilo a que pertence a obra (ex. Barroco, etc).
h) Contexto histórico:

4. GÊNERO:

   - Retrato: Representação Artística de uma pessoa.
  - Retrato Pictórico: Representação de pessoas ou animais.
  - Retrato de Grupo: Mais de uma pessoa.
  - Auto-Retrato: Representação que o artista faz de si mesmo.
   - Nu. Masculino/ feminino.
   - Paisagem.
  - Natureza morta.



5. CONTEÚDO PODE SER:

     - Objetivo: Aquilo que serviu de modelo. Basta olhar o quadro e dizer o que está vendo.
     - Subjetivo: É a mensagem que se quer transmitir.
     - Formal: A Escola em que se foi tratada. (Gótico, Renascentista, etc).

6. ESTILO E CARACTERÍSTICAS DA PINTURA:
    (Renascentista, Gótico, etc). Uso do claro-escuro, perspectivas, etc.                                           



7. TEMA:
    - Religioso.
    - Mitológico (mitologia grega).
    - Alegórico (representação de abstrato, ex. fábula, parábola, etc).
    - Outros:


8. CENTRO DE INTERESSE: É a cena principal e o plano que ocupa no quadro (1º ou 2º).


9. A COMPOSIÇÃO:
    - Artística: (composta pelo artista).
    - Natural:(composta pela natureza).
    - Simétrica ou Assimétrica.
    -Bidimensional ou tridimensional.
    - Forma:
    - Fundo:


10.  EFEITOS VISUAIS:
     -Perspectiva: Ponto de fuga, Profundidade dada pela linha ou cor.
      CLARO-ESCURO: Luz e sombra.


12. SUPERPOSIÇÃO: Em elemento sobrepõe ao outro. Pôr-se em cima ou por cima.


13. PROFUNDIDADE ATRAVÉS DA COR:
      - Modelado: Uma única cor clareia e escurece.
      - Modulado: Muitas cores para dar efeito de profundidade ou volume.


14. ANÁLISE OBJETIVA ATRAVÉS DA LINHA:
     - Horizontal e vertical: O ritmo é calmo.
     - Inclinadas e ângulos: Existe movimento.
     - Curvas: O ritmo é violento.


15. RITMO DA OBRA:
      - Calmo.      Violento.     Outro:






A Renascença e o Humanismo

holbeinmore-234x300 No século XV, afirma-se o movimento humanista iniciado por Petrarca e Boccaccio, que se em princípio foi exterior e filológico, logo afetaria todos os âmbitos da vida, desdobrando-se em efeitos complexos.

 

 

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Andrea di Bartolo di Bargilla. Francesco Petrarca. Galleria degli Uffizi, Florença, Itália.

De acordo com a etimologia, humanismo deriva do adjetivo latino humanus, humano, relativo ao homem; que tem cultura de espírito, instruído, estudioso de humanidades.

A palavra humanista foi empregada na Itália, nos fins do século XV para descrever o professor de humanidades (gramática, retórica e estilo, a literatura mesma, a filosofia moral e a história – ensinada através de exemplos), isto é, daquelas matérias que constituíam o conteúdo do programa educativo formulado por florentinos. Nicolau V, tornara-se um humanista, em sua permanência em Florença, quando exauriu seus recursos adquirindo livros e mais livros.

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Papa Nicolau V.
Como Papa, cercou-se de personalidades como Guarino de Verona, Niccolo Perotti, Poggio, Lorenzo Valla e Vespasiano da Bisticci que colocaram em prática seu ideal de educação. O meio de instrução e o meio de expressão que era o latim, foi substituído pelo italiano.
Representantes de Nicolau V obtiveram manuscritos latinos e gregos em Atenas, Constantinopla, entre outros centros de cultura.
Trouxe para o Vaticano revisores e copistas, independente de serem cristãos ou pagãos.

Enquanto movimento intelectual e literário, o humanismo pode ser definido como um conjunto de tendências (de caráter filosófico e, mais particularmente, filológico¹) que, durante o Renascimento, se orientaram no sentido de reviver e imitar os modelos artísticos, literários e científicos da Antiguidade greco-latina, considerada como exemplo de afirmação da independência do espírito humano. Sendo também uma descoberta do homem quanto homem.

Chamamos humanistas aos eruditos do Renascimento, sobremaneira àqueles que dedicaram sua atenção à análise científica de fontes literárias, históricas e arqueológicas.
Suas obras, destinadas a outros intelectuais, tiveram uma preocupação pelos problemas morais que os levou ao terreno público. Alguns adotaram posições filosóficas, derivadas de fontes neoplatônicas, consideravam o homem o centro do universo, metade terreno e metade divino.
Corpo e alma formavam um micro-cosmos que permitia compreender e dominar a natureza e aspirar a compreensão de Deus.
Nasceu assim um conceito novo sobre o homem em oposição ao que havia inspirado a Idade Média. Para esta última, a pátria do cristianismo é o além; a terra não é mais que uma morada perigosa e transitória.

Segundo a doutrina de Pico de La Mirandola e Marsilio Ficino, a vida deixa de ser uma preparação para o além, o destino do homem cumpre-se aqui na terra: o homem é grande e livre e dele depende a sua própria essência.
Ao comprovarem que os gregos e os romanos ainda que pagãos, eram sábios e virtuosos, pensaram que por natureza o homem é bom e não corrompido pelo pecado original segundo ensinavam os teólogos. Ensinaram, pois, que se o homem é educado numa sociedade boa, se tem contato com os grandes espíritos do passado e do presente, conhecerá o bem e o mal, e poderá praticar o primeiro e evitar o segundo.
Por conseguinte, o homem esclarecido por sua razão, poderia gozar as alegrias que lhe proporciona este mundo, sem por isso por em perigo sua alma. Perante a Igreja, os humanistas colocaram o homem, o homem só, entregue às suas próprias forças.

Apesar de terem modificado os princípios morais de épocas anteriores, os humanistas continuaram acreditando, quase sem exceção, em um Criador, na divina missão de Cristo, na necessidade dos sacramentos e na organização eclesiástica.

Para os humanistas a curiosidade intelectual, longe de constituir uma culpa, é uma força criadora; assim nasce esse espírito critico que se opõe ao espírito de submissão próprio da Idade Média.

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Hans Holbein, o jovem. Thomas Morus.

O humanismo é, dentro do revolucionário mosaico renascentista, um nostálgico e sentimental retorno à cultura e às letras clássicas.

Humanistas famosos são entre outros Leonardo Bruni, Petrarca, Gianozzo Manetti, Lorenzo Valla, Marsilio Ficino, Erasmo de Roterdã, François Rabelais, Pico de La Mirandola e Thomas Morus.

¹ Filológico – que diz respeito ao estudo dos documentos escritos e da forma da
língua que eles dão a conhecer: conhecimento geral das línguas e das belas artes.

Americano Kurt Wenner pinta em 3D nas ruas

Kurt Wenner estudou na Rhode Island School of Design e Art Center College of Project antes de trabalhar para a NASA como ilustrador científico do espaço. Wenner finalmente deixou a NASA e foi para a Itália a fim de prosseguir o seu amor da arte clássica.

"Meu interesse em classicismo renascentista começou com o simples desejo de desenhar bem. Fiquei impressionado com a grande diferença entre como os alunos e professores chamou no século 20 e os artistas maneira atraiu 500 anos atrás. Pareceu-me que os artistas do passado tinham habilidades muito além dos de hoje. Minha curiosidade sobre esta discrepância me levou para Roma, a fim de procurar e mestre de desenho e pintura na "Linguagem" oeste do classicismo. Durante este tempo eu me isolei de Arte do século 20, a fim de explorar os ideais e os conceitos praticados no séculos anteriores. Desde então se tornou uma missão em curso para redescobrir tradições clássicas e comunicá-las a um público contemporâneo"

Na primavera de 1982, Wenner se mudou para Roma. Ele estudou as obras dos grandes mestres e chamou constantemente de escultura clássica. Os desenhos que ele fez trouxe-lo em contato com a linguagem da forma em arte figurativa ocidental e lhe forneceu a formação neoclássica necessárias para o estilo que ele estava perseguindo. Através de seus estudos ele tornou-se particularmente interessado no período maneirista, encontrando na monumental decoração sofisticada escala e uma direção para sua própria expressão artística. Para vários anos Wenner viajou a fim de experimentar em primeira mão a maioria dos maiores obras e monumentos por toda a Europa. Durante esses primeiros anos no exterior, ele experimentou com mídias tradicionais como a pintura a têmpera, fresco, e tinta a óleo. Para financiar suas viagens e estudos, ele
tornou-se um "Madonnaro" e criou pinturas de giz nas ruas de Roma. Dentro de alguns anos ele ganhou inúmeras medalhas de ouro em Competições europeias e tornar-se oficialmente reconhecido como um mestre
desta forma de arte. Em 1985 seu trabalho foi o tema de um premiado National Geographic intitulado documentário Mestres do Giz.

Confira algumas das artes de Wenner, este mestre de arte de nossos tempos!







Gatos invadem pinturas clássicas

As pinturas clássicas do período da Renascença estão entre as obras de artemais famosas e importantes de todos os tempos, por motivos diversos e já bastante divulgados. Nada impede, contudo, que essas obras acabem tomando outro sentido, muitas vezes cômico, por parte de algum artista contemporâneo e muito bem-humorado.


Obras de Boticelli, Rubens, Michelangelo e outros grandes mestres da pintura renascentista ganharam um toque mais cute-cute: gatos invadiram suas telas e agora são as estrelas das obras-primas, como você pode conferir logo abaixo:





Via Laughing Squid

A História da Arte - Completo

A arte data deste a antiguidade, quando os homens da Pré-História, desenhavam a arte rupestre (desenhos feitos nas cavernas). As figuras representavam a caça, mas isso não significava como o grupo vivia, tinha um caráter mágico, fazia com o que o grupo se preparasse para a tarefa que garantia a sobrevivência.

A palavra “arte” teve muitos significados durante a história. Sempre houve uma pequena discussão, pois alguns achavam que a arte era uma forma de criação, já outros, acreditavam que era uma forma de imitação.

A arte foi se subdividindo de estilos em estilos, tais como Barroco, Gótico, Romântico e outros.

O surgimento do Renascimento fez com que a arte se dividisse em conceitos: a pintura, literatura, música, escultura, arquitetura e a arte feita com cerâmica, tapeçaria e etc.

Depois do século XIX, a arte teve como objetivo retratar a beleza, às criações estéticas. Já no século XX, a arte passou a se referir, principalmente, às artes plásticas.

Toda arte criada é uma conseqüência do trabalho feito pelo homem. Em cada uma delas expressam a personalidade do autor, onde mostram o período em que foram feitas, criadas e suas influências culturais.

Muitas vezes o artista preocupa com a beleza da sua obra, isso faz com que ele busque matérias-primas para aproximem sua obra do mais real possível. Os artistas expressam em suas obras, todos os seus sentimentos.

Com o tempo a arte foi se modificando. Com isso a história da arte pode ser dividida de acordo com a divisão dos períodos da história da humanidade. É dividida em Antiga, Medieval, Renascentista e Moderna.

Estudo completo sobre a História da Arte.

Parte 01 - Introdução - Pré-história


Parte 02 - A Arte Egípcia


Parte 03 - A Arte Grega


Parte 04 - A Arte Medieval


Parte 05 - Renascimento


Parte 06 - Barroco


Parte 07 - Neoclássico


Parte 08 - Romantismo


Parte 09 - Realismo


Parte 10 - Impressionismo


Parte 11 - Expressionismo


Parte 12 - Art Nouveau


Parte 13 - Cubismo


Parte 14 - Surrealismo


Parte 15 - Abstracionismo


Parte 16 - Modernismo


Parte 17 - Arte Pop


Parte 18 - Graffiti


Parte 19 - Arte Conceitual - Final


Texto: UOL / Vídeos: Fuvio

Vida e obra de Edgar Degas (1834-1917).

"Existe o amor e existe o trabalho, mas se tem apenas um coração". Esta frase, proferida pelo próprio Degas, reflete a escolha de vida desse excepcional artista, que viveu para a arte trabalhando incessantemente, mas que nunca teve um relacionamento amoroso "de verdade".

Hilaire-Germain-Edgar De Gas provinha de família abastada e nasceu em 19 de julho de 1834, em Paris. Descendia, por parte de pai, de ricos banqueiros napolitanos, e sua mãe era uma americana de Nova Orleans. Filho de apreciadores de música e artes plásticas, foi privilegiado por desfrutar do incentivo do pai, que permitiu que o jovem artista transformasse um dos quartos do apartamento em ateliê.

Foi também com o apoio do pai que o jovem Edgar abandonou a faculdade de Direito para se dedicar exclusivamente à arte: discípulo do pintor Félix-Joseph Barrias e depois de Louis Lamothe (que havia sido discípulo de Ingres), Degas logo realizaria viagens à Itália, passando por Roma, Assis, Orvieto e Nápoles. É dessa época seu notável retrato "A Família Bellelli", onde podemos notar uma "tensão" na expressão de seus tios, que viviam em Florença. Durante suas viagens à Itália (três em quatro anos), se empenha no estudo de artistas renascentistas, cuja maneira de desenhar seria de fundamental influência para o pintor.

Na sua volta a Paris, em 1862, conhece Édouard Manet, que viria a ser seu grande amigo e lhe apresentaria ao círculo de artistas que algum tempo mais tarde formaria o grupo dos "impressionistas". Homem de personalidade arredia e fechada, Degas tinha forte tendência para a melancolia, além de uma língua ferina. Chegou a ser apelidado de "Urso", dado o "perigo" que corriam aqueles que dele se aproximavam.

Sua proposital reclusão, porém, foi fundamental para que desenvolvesse seu apurado método artístico: incansáveis croquis e esboços eram feitos antes de cada tela. Ainda que muitas vezes apresentasse trabalhos de aparente simplicidade e casualidade, era através de muito estudo que conseguia atingir seu objetivo: obras quase "fotográficas", com cenas que parecem captar um momento único e inesperado, impressões efêmeras (daí sua inclusão entre os impressionistas) de uma espontaneidade calculada. "O que faço é resultado da reflexão e do estudo dos grandes mestres, não sei nada a respeito da inspiração", afirmava.

Ao contrário dos impressionistas mais "puros", gostava de trabalhar dentro de seu estúdio, fazendo uso de iluminação artificial. Era desse modo que conseguia apurar os traços do desenho. Seu objetivo era conciliar técnicas tradicionais com temas de sua época: personagens comuns como bailarinas, cavalos, mulheres trabalhando ou em momentos de intimidade eram seus preferidos.

Nos últimos anos de vida Degas foi progressivamente perdendo a visão, o que fez dele uma pessoa ainda mais reclusa e de difícil convivência. Isolado e com poucos amigos, viria a morrer em 27 de setembro de 1917, na Paris onde sempre viveu.

Curiosidades
  • Amor peculiar
    Ainda que não se tenha conhecimento de qualquer relacionamento duradouro de Degas com alguma mulher, o pintor tinha verdadeira adoração pela figura feminina. Além de suas séries de pinturas e esculturas de bailarinas, realizou diversos nus de mulheres em momentos bastante íntimos, geralmente no banho, em posições inesperadas e por vezes esdrúxulas. Sua longa amizade com a pintora americana Mary Cassatt também suscitou boatos de que seriam amantes, boatos nunca confirmados, porém.
  • Bailarinas
    Degas exibiu somente uma escultura durante a vida: a "Pequena bailarina aos 14 anos", de 1881. A obra causou reações negativas em críticos e artistas, dado seu extremo realismo. A bailarina usava roupas de verdade e tinha até uma peruca. O artista se baseou numa menina pobre que freqüentava aulas de balé, e cuja irmã era prostituta. Especula-se que a própria modelo, posteriormente, também viria a trabalhar como prostituta para se sustentar.
  • No Brasil
    O Museu de Arte de São Paulo possui uma fantástica série de 73 bronzes de bailarinas de Degas, fundidas por marchands entre 1912 e 1921. Em 2006, o museu realizou uma exposição dedicada ao artista, intitulada "Degas: O Universo de um Artista", com 196 peças (120 de sua autoria, entre pinturas, desenhos e esculturas; a mostra abrangia também trabalhos de artistas que o influenciaram ou que foram influenciados por ele, como Ingres, Corot, Toulouse-Lautrec e Picasso).
  • Carroceiros
    Quando estava com 56 anos e já sentindo sua vista piorar, Degas empreendeu uma feliz viagem de carroça pela região da Borgonha, na França, juntamente com seu amigo Paul Bartholomé, que era escultor. Juntos percorreram diversas cidades, totalizando 567 quilômetros de percurso. Levados apenas por um cavalo branco, os artistas iam parando de cidade em cidade, onde apreciavam a comida local e por vezes eram recebidos até com honrarias cívicas.
  • Japão, Londres e Nova Orleans
    Além da Itália, Degas foi influenciado por elementos desses três locais: era um ávido colecionador de estampas e ilustrações japonesas, das quais tirou inspiração para retratar suas mulheres se banhando, por exemplo; em Londres, tomou conhecimento das paisagens de John Constable, e em Nova Orleans, onde passou vários meses, conheceu a atmosfera das bolsas de mercadorias, cada vez mais importantes na então crescente sociedade industrial. Ali pintou "A Bolsa de Algodão de Nova Orleans", de temática inovadora para a época.

Contexto histórico

Edgar Degas foi um típico artista do século 19: época de grandes mudanças geopolíticas, avanços tecnológicos e, no caso de pintores como ele, grandes mudanças na maneira de se fazer arte. O Realismo, em oposição ao Romantismo, baseando-se na razão, no desenvolvimento da ciência e no retrato da realidade, era a corrente "do momento". E os Impressionistas, grupo onde Degas geralmente é enquadrado, foram revolucionários ao propor uma nova maneira de pintar, onde o movimento e a luz eram os elementos mais importantes das obras, com pinceladas mais soltas e ligeiras, fugindo da maneira "clássica" e acadêmica de fazer arte. Pintar à luz do sol era outra característica desses artistas.

Degas, por vezes, gostava de se classificar como um pintor "realista". Numa de suas declarações, porém, chegou a afirmar: "Feliz de mim, que não encontrei o meu estilo, coisa que me faria muita raiva!". Obcecado pelas linhas de Ingres, mesclou em seu trabalho diversos conhecimentos das artes clássicas, de inspiração renascentista, com inovações típicas dos pintores de sua época, como a maneira diáfana de usar a tinta e a preferência por retratar cidadãos comuns, populares, desconhecidos. O Impressionismo seria o estopim para diversos movimentos de ruptura da Arte Moderna.

Das oito Exposições Impressionistas realizadas entre 1874 e 1886, Degas participou de sete. Porém, em vida, teve apenas uma mostra individual concretizada. Seu verdadeiro reconhecimento viria apenas após sua morte. Nessa ocasião, a Europa vivia os horrores da 1ª Guerra Mundial. Por sinal, algumas décadas antes, por volta de 1870, o artista serviu no setor de artilharia durante a guerra Franco-Prussiana, da qual a França sairia perdedora e teria início a República.

Sites relacionados
  • The Edgar Degas Website – Museu permanente dedicado ao artista francês.
  • OCAIW - Também em português, este site traz biografia, livros indicados e diversas imagens de trabalhos do artista.
  • ArtCyclopedia - Este site lista museus pelo mundo que contêm trabalhos de Edgar Degas.

·         Principais obras
·                 
·         1. "A Aula de Dança" (1873-75) – Inovador por retratar jovens durante um ensaio rotineiro, muitas delas em posições casuais, banais.

·         2. "Pequena Bailarina aos 14 anos" (1881) – Feita a partir de uma garota pobre e "anônima". Inovadora por "vestir" roupas e peruca.

·         3. "Depois do Banho" (1888-92) – Um dos muitos trabalhos de Degas que "flagra" uma mulher desconhecida em pose de extrema intimidade.

·         4. "Mulheres Passando Roupa" (1884) – Quem imaginaria retratar passadeiras comuns? Uma delas, inclusive, está bocejando no "instante" do quadro.

·         5. "Os Jovens Espartanos" (1860) – Um dos primeiros trabalhos de Degas a ganhar reconhecimento. O tema clássico seria logo abandonado por ele.
Fonte:  

 

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