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Mulheres Trançando o cabelo

Desenhe livremente com lápis ou carvão. Prepare um um lapis (transparência), diluindo o amarelo ocre com 20% de gel e 30% de agua. Aplique a mistura sobre toda a tela, iluminando o fundo. Distribua a tinta, com o pincel 456 -18 . Aguarde secagem por 1 hora. Inicie a pasagem pelo fundo do ceu pelo azul ultramar escuro e um pouco branco. Como a pincelada é transparente, o fundo amarelado fica evidente. Use o pincel 441 -18 . Acrescente branco para marcar as nuvens e preencha as montanhas ao fundo com violeta do oriente.
2 Continue completando com o Violeta do oriente a montanha mais próxima. Acresente verde hooker para aproximá-ls. Para a plantação, aplique o laranja de cádmio para destacar a vegetação.

3.Os troncos das a´rvores também recebem uma camada fina de violeta do oriente. Para isso utilize as cerdas do pincel 441 - 18 na vertical. Para uma vegetação mais vibrante, aplique verde inglês claro sobre o verde hooker. Aproveite o mesmo tom para fazer pinceladas sobre as folhagens das árvores, deixando a tinta bem rala e tranparente. A intenção de Gauguin era deixar o fundo desfocado.
4. nas áreas de sombra, aplique violeta do oriente e verde hooker sobre o laranja de cádmio no canto esquerdo.
5 Para o campo de flores, aplique laranja de cádmio e vermelho de cádmio, em proporções semelhante, com pinceladas de amarelo de nápoles e manchas violeta do oriente. Para a camada intermediária, applique amarelo de cádmio limão. Sobre este, jubte esmeralda de ftalocianina. faça pinceladas carregadas para que a tinta fique com mais relevo. Use o pincel 441 -18.
6 Para compor o chão, utilize o violeta do Oriente com o branco de titânio, invadindo as a´reas de verde para provocar a sombra. Faça piceladas verticais e horizontais.
7 Para o Gramado, sobreponha verde hooker, amarelo ocre e esmeralda de ftalocianina. faça mivimentos na vertical para simular os movimentos da grama. Nas áreas de sombra, próximas à figura, escureça com o violeta do Oriente.
8 Componha a pele com, pelo menos, duas camadas de amarelo ocre, alisando bem, deixando a figura perfeitamente coberta.Use o pincel 441 - 14. As áreas de sombra da pele são produzidas com mistura de amarelo ocre com verde Hooker, usando o pincel 411 -10 . Outras vezes, ela é marcada com sombra queimada, acompanhando os contornos.
9 Desenhe os olhos, as sombracelhas e o nariz com o sompra queimada eo pincel 411 - 10.
10 Produza a boca com laranja de cádmio e vermelho de cádmio para o lábio inferior e para o superior. Escureça a mesma e misture com o sombra queimada.
11 Para iluminar o rosto, aplique amarelo de nápolies com pinncel 411-10. Misture laranja de cádmio com amarelo de nápoles, em partes semelhantes para simular a luz tropical.
12 Produza os cabelos com a mistura de sombra queimada com nuances de laranja de cádmio.
13 Para as áreas mais escuras e para a sombra, reforce a tonalidade com a mistura de sombra queimada e azul ultramar escuro, em proporções semelhantes.
Para a flor do cabelo, aplique misturas diferentes ovtidas com vermelho de cádmio e branco de titânio. Deixe o centro mais escuro e para a sombra, reforce a tonalidade com a mistura de sombra queimada e azul ultramar escuro, em proporções semelhantes.
14 Para a flor do cabelo, aplique misturas diferentes obtidas com vermelho de cádmio e branco de titânio. Deixe o centro mais escuro e clareie à medida que se aproxima das extremidades das pétalas.Aplique uns toques de amarelo de nápoles.
15 Pinte as flores do vestido com laranja de cádmio, usando o pincel 441-14. Pincele a mesma cor nas áreas maisilumindas do vestido.
16 Aplique sucessivas camadas lisas de tinta vermelho de cádmio.Junte o gel Mat para proporcionar mais brilho à tinta.
17 Realce as áreas de sombras com esmeralda de ftalocianina, obtenha um tom de marrom obtido com a mistura ao tom do fundo.
18 Ilumine o corpo com amarelo de nápoles para produzir os efeitos de sol.
19 Para compor os detalhes do rosto e realçar sua luminosidade, utilize o pincel 411-2. Para as partes mais escuras, aplique sombra queimada.
20 Para a blusa da mulher da direita, mescle ciano promario com branco de titânio nas dobras do tecido e nas áreas de sombra , usando o pincel 441-14.
21 Manche-a levemente com amarelo ocre par reduzir o brilho do branco e simular a luz do sol.
22 Para a saia, produza a base com ciano primario, utilizando o pincel 411-14. A sombra é feita com vermelho de cádmio e efeitos de bordado, com branco de titânio pura ou misturado levemente ao vermelho de cádmio até obter tons suaves de rosa.
23 desenhe as espirais e desenhos geométricos na saia com branco de titânio e com o vermelho de cádmio, usando o pincel 411-2.
24 Contorne a cesta fruta com o pincel 411-2 e a tinta sombra queimada.
25 Pincele amarelo ocre em algumas áreas das frutas com o pincel 441-14. Como todas elas apresentam coloração predominantemente amarelada, nas áreas de luz são aplicados toques de amarelo de cádmio limão.
26 Aplique laranja de cádmio nas mangas e mamões. Para os limões, use verde de vessie. Para as áreas de sombra, aplique sombra queimada. Matize as luzes e sombras com as cores de fundo.
27 Com o mesmo tom, pinte a fruteira de barro. Manche a banana e as entradas dos cabinhos.
28 Complete todas a áreas de sombra do trabalho com sombra natural, alternando o tamanho do pincel de acordo com os detalhes.

1. Misture as tonalidades do fundo com gel mat pébéo para deixar as tintas mais transparentes.
2. A secagem da tinta Acrilica Studio Pébéo ocoree no tempo ideal para a produção de todo o trabalho. Ela não sca imediatamente. Sendo ideal para o clima tropical.
3. A medida que os planos se aproximam as camadas de tinta ficam mais espessas


Material Usado 1 tela de 50 x 40 cm
Água
Carvão
Gel Mat Pébéo
Lápis
Pincéis Condor nas séries:
456 - 18, 441 - 18, 441 - 14, 411 - e 411 - 2
Tinta Acrilica Studio Pébéo nas cores:
amarelo de cádmio limão, amarelo de nápoles, amarelo ocre, azul ultra mar escuro, branco de titânio, ciano primário, esmeralda de ftalociania, laranja de cádmio, sompra quimada, verde inglês claro, verde hooker, verde de vessie, vermelho de cádmio e violeta do oriente.

Como Pintar Tela Abstrata Usando Tinta Acrílica

Faça um esboço em papel sulfite, com lápis de cor ou giz de cera, do que irá pintar na tela. Se você achar que não ficou bom no papel, não passe para a tela ou painel.
Campo de visão do trabalho: a distância da tela a ser pintada e a parede atrás de você, deverá ter no mínimo 2,5 metros. Não pinte em locais improvisados e pequenos. Exemplo: banheiros, quarto da empregada ou cozinha. Ambientes improvisados, geralmente, são mal iluminados e sem ventilação, onde você não terá uma boa percepção do que está fazendo.

Escolha um momento para pintura, longe das pertubações familiares ou ambientais. Concentre-se no que estiver fazendo.

Escolha um tipo de música relaxante. Evite sons pesados ou agitados, para não inibir sua inspiração.

Pinte sozinha. Caso pinte com uma amiga, a tendência é muito grande para que os dois quadros fiquem com cores parecidas. Uma influenciará a outra.

Não fique perguntando a todo instante se o quadro está bom.

Conclua o que foi planejado no esboço.

Para o tamanho da tela ou painel, sugerimos 80x100, 100x120. Nós achamos 90x120 o ideal.

Separe os tubos das tintas acrílicas que serão utilizadas na pintura.

Um vidro de maionese vazio com água limpa

Um copinho de plástico descartável, tamanho desses comuns de café

Paleta de fórmica, prato ou azulejo branco

Coloque um pouco de cada tinta na paleta ou azulejo, mais ou menos uma colher de café

Pingue umas três gotinhas de médium acrílico líquido da Acrilex, misturando com a espátula ou palito de sorvete.

Não serve gel acrílico.

Para cada cor que você irá trabalhar, faça o mesmo procedimento.

Para diluição das tintas durante a pintura, utilize em um copinho para café, na proporção 50% de água e 50% de médium acrílico.

Encoste a pontinha do pincel 16 série 141, chato, na mistura de água + medium acrílico, passe a ponta na tinta e em seguida deslize suavemente sobre a tela, com movimentos cruzados.

Para mudar a cor que está no pincel, lave-os em um tanque ou no vidro de maionese.

Repita o mesmo procedimento para a outra cor.

Para mesclar uma cor na outra.

Utilize um pincel seco e um pano limpo.

Exemplo: faça uma faixa amarela e paralelamente, outra na cor azul.

Passe o pincel seco entre elas.

Passe o pincel, seque no pano. Repita esse passo até a mesclagem total.

Ao término da pintura, para limpeza dos pincéis, utilize água e detergente.

Retire todos os resíduos de tinta, para não danificar os pincéis.

Use sua criatividade sem exageros, caso queira que seu trabalho seja comercial

Evite usar muito vermelho, pintura com temas agressivos ou apelos sexuais

Comece a pintar.

Dicas de pintura em tela

Terebentina + óleo de linhaça. Essa mistura é recomendada para uso com a tinta óleo facilitando seu manuseio, acelerar a secagem e dar brilho a tinta. Esta mistura é muito utilizada na França.


Experiemente usar essa medida. 1 colheres de sopa de terebentina + 1 colher de óleo de linhaça + cinco gotas de secante de cobalto. Não utilize quantidade acima de cinco gotas de secante, caso contrário com o tempo irá craquelar sua pintura.

Como começar a pintar? Compre uma tela 30x40cm ou 40x50cm de boa marca. Assim poderá pintar diretamente na tela sem nenhum dano a pintura. Selecione as cores que irá utilizar. Coloque as cores em uma paleta, ou azulejo, ou até mesmo em um prato branco, em pequenas quantidades. Encha uma forminha de empada, ou godê, com óleo de linhaça. Encha outra com aguarrás ou solvente. Passe o pincel no óleo, depois na tinta e passe, suavemente, na tela. Esse procedimento fará o pincel deslizar na tela. Limpe-o com aguarrás. Não deixe os pincéis de molho, limpe-os rapidamente, se deixar muito tempo o pincel no solvente, ele entortará as cerdas e apodrecerá o cabo. Não utilize querosene como solvente.


Iniciando com Tinta Acrílica. Nós recomendamos a todos os iniciantes, tintas a óleo. Elas são mais fáceis de manusear. Depois que tiver prática, aí sim, volte para as tintas acrílicas. Por quê? Elas são de secagem muito rápida, dificultando sua correção, ou seja, a mistura de tons. Em São José dos Campos/SP, algumas escolas já adotam as tintas a óleo para crianças. Como você trabalha com crianças e tinta acrílica, teremos que dar um jeito. Para retardar a secagem, utilize MEDIUM ACRÍLICO líquido da Acrilex. Coloque um pouco de tinta na paleta ou azulejo, por cima pingue umas três gotinhas de médium acrílico, misturando com o pincél ou espátula ou palito de sorvete. Para cada cor que você irá trabalhar faça o mesmo procedimento. Para diluição das tintas durante a pintura, utilize em um copinho para café, água e cinco gotas de médium acrílico. Ao término da pintura, para limpeza dos pincéis, utilize água e detergente. Retire todos os resíduos de tinta, para não danificar os pincéis. Veja se você está com o material básico de pintura.


Nunca misture tintas a óleo com tintas acrílicas ou nunca pinte com acrílicas sobre o óleo. Use mediuns e/ ou solventes para alterar características como fluidez, transparência, brilho ou tempo de secagem. Use vernizes para proteção, após seis meses de terminado o trabalho. Tintas a óleo podem amarelar quando secas no escuro. Deixe-as secarem em um ambiente com condições normais, evitando a luz direta do Sol, alto nível de umidade ou qualquer outra condição extrema.


Se desejar dar um destaque especial a um quadro, pode-se colocar um foco de luz sobre ele, porém, mantenha uma distância de cerca de 70 cm ou 80 cm para que o calor da lâmpada não altere a obra. O foco de luz deve ter uma abertura que enfoque todo o quadro, não causando uma área de luz no centro e áreas de sombras no lado.

Secante de Cobalto - Acelera o tempo da secagem da tinta a óleo. Deve ser utilizado em pequenas quantidades, pois altera o brilho e a fixação da tinta, podendo causar descascamento da pintura. Resumindo: se você colocar secante demais na sua pintura, com o tempo ela irá craquelar.


COMO TRABALHAR COM O ÓLEO - Alguns artistas usam carvão para um esboço preliminar, mas não se deve carregar no traço e antes de começar a pintura, deve-se retirar o excesso batendo um pano limpo na tela. O pincel n.º 2 e a tinta diluída com aguarrás também pode ser utilizado para esboçar os contornos, se errar, apaga-se molhando uma ponta de trapo em terebintina e esfregando no local a ser corrigido. Para cobrir a tela com pinceladas rápidas e ousadas, de textura rica, é só usar a tinta a óleo sem mistura. Para os detalhes que exigem precisão, acrescente óleo de linhaça ou terebintina a fim de obter uma tinta mais cremosa e fluída. Se você não gostar de alguma parte da pintura, retire-a com a espátula. Em seguida, limpe a superfície com um trapo embebido em solvente. PREPARANDO A PALETA - Esprema um pouco de cada cor - o equivalente à superfície de uma pequena moeda - em volta da paleta e vá formando pequenos montinhos. Comece com o branco, em quantidade equivalente ao dobro das outras tintas, pois esta é a cor mais utilizada. Em seguida, vá dispondo as cores quentes ao longo de um lado, e as frias do outro. O centro da paleta deve ficar reservado às misturas, feitas com pincel e espátula. Pegue um pouco de cada tinta que deseje combinar e vá fazendo adições até obter a cor pretendida. Lembre de ter sempre à mão um vidro com terebintina e um pano grande de algodão, ou um rolo de papel higiênico para limpeza dos pincéis. NÃO limpe os pincéis na terebintina usada para as misturas! Os vapores dos solventes podem ser prejudiciais à saúde, pôr isso trabalhe em local ventilado. COMECE PELOS ESCUROS E PELO FUNDO - Pinte primeiro os tons escuros e, a partir daí, os mais claros. As regiões escuras são mais facilmente identificadas e, uma vez pintadas, servem como referencial para os demais tons do quadro. A aplicação dos tons claros sobre os escuros dá a noção de volume e profundidade. AJUSTANDO AS CORES - Para chegar a uma proporção que lhe dê a cor ideal, proceda gradualmente e com cuidado. Ao invés de acrescentar um pouco de branco para clarear uma cor, experimente adicionar uma cor próxima. Pôr exemplo: misture o alaranjado ao vermelho, o azul claro ao azul escuro ou violeta, etc. São raras as obras realizadas com cores puras, o efeito pode ser desarmonioso e berrante. Mas é claro que há exceções. ECONOMIZE AS TINTAS - Fora do tubo, a tinta a óleo absorve oxigênio do ar, tornando-se seca e imprestável. É possível retardar esse processo cobrindo a paleta com um plástico para guardá-la ou utilizar como paleta uma caixa com tampa (Ex: caixa de fita de vídeo), e acrescentar uma gotinha de óleo de linhaça às tintas quando parar de usá-las, ajuda a ficarem úmidas mais tempo.


Maneiras inovativas de incrementar a venda de suas obras de arte extraído da Internet e traduzido por Oswaldo Pullen Qualquer Artista poderá lhe contar que um dos mais difíceis aspectos de ser um artista é viver exclusivamente disto. Uma das maneiras convencionais de adquirir felicidade financeira é apresentar seus trabalhos nas Galerias, mas muitos artistas não tem como fazer isto, e muito poucos conseguem faze-lo em uma base regular. Os artistas, no entanto, são uma gente inventiva, e conseguem uma variedade de maneiras de corrigir este problema. Uma das mais comuns é a de aumentar o reconhecimento de seu nome. Os artistas mais reconhecidos vendem muito porque fazem sua arte visível e acessível para os colecionadores. Eles sabem que quanto mais gente ver o seu trabalho, maiores são as chances de vender. Sua arte é seu cartão de visitas, seu folheto promocional, sua melhor forma de anunciar. Faça os seus trabalhos sairem de seu estúdio, já que lá eles não estão fazendo bem a ninguém. Mostre-os sempre que possível, particularmente nos lugares frequentados por pessoas que gostam de arte e dispõe de recursos para adquiri-la. Restaurantes, hotéis, lojas, salas de espera, firmas de decoração, e lojas finas de móveis são todos boas possibilidades.

Instrumentos de Desenho

lapiseiras Os instrumentos de desenho que eu utilizo
Muitas vezes me perguntam quais instrumentos eu utilizo para fazer meus desenhos. Eu uso lápis tradicionais revestidos com madeira ou lapiseiras? Que tipo de borracha eu uso? Parece que muitos Artistas têm fascinação (e flagrante interesse) pelos instrumentos e técnicas utilizadas por outros artistas... e eu não sou diferente a esse respeito! Então, quais instrumentos eu utilizo...


Pincéis
pincis
Nunca retire resíduos de borracha ou pó de seu desenho usando a mão. Mantenha um ou dois pincéis sob fácil alcance para essa finalidade de modo que seu desenho não absorva o óleo de sua pele. E não assopre o pó, pois correrá o risco de a umidade da saliva tingir a superfície. Eu possuo um pincel grande de uma polegada (2,54 cm) para a limpeza geral da superfície do desenho e um pincel de cabo avermelhado atrás da minha orelha – ele está prontamente disponível para remover resíduo de borracha sempre que eu precisar.
Lápis...
Pouco antes do dia em que comecei a desenhar a sério, há mais de 20 anos, tenho evitado o uso dos lápis convencionais revestidos de cedro. Eles têm sua serventia e muitos artistas não usam nada além deles, mas eu uso apenas um (6B) – e raramente. Por quê? Bem, não há nada pior que usar uma ferramenta que muda constantemente de tamanho e peso, e não vejo qualquer vantagem em desenhar com um instrumento que tem que ser constantemente reaprendido. Por outro lado, as lapiseiras que eu utilizo não possuem nenhuma dessas falhas e sim muitas vantagens.
lapiseiras
Essas lapiseiras (conhecidas por mim como “lápis de garra” e também como “lápis de desenho técnico” ou “suporte de minas”) mantêm sempre um controle constante. Nem o comprimento nem o peso se alteram. O equilíbrio permanece o real, oferecendo um controle bem preciso. O ato de apontar envolve apenas enfiar a mina e não revestimento externo, permitindo que uma indispensável ponta afiada seja facilmente obtida quando requisitada. A única coisa que você não pode fazer com uma lapiseira e pode fazer com um lápis convencional é colocá-lo atrás da orelha. A maioria das marcas de lapiseira ainda inclui um apontador embutido que, embora raramente utilizado, pode ser um salva-vidas durante um desenho de viagem. Ao apertar a tampa superior, abrem-se as garras em torno da base da mina, permitindo que esta seja estendida ou tenha seu comprimento ajustado de acordo com o que pede a aplicação em curso.
A lapiseira verde no topo é da Faber Castell, mas a mina é fabricada pela Staedtler. Nas restantes, de cima para baixo, as graduações dessas três são F, HB e 2B. Como eu sei? Porque cada caixa de minas inclui uma tampa colorida para distinguir a graduação. Você verá que F possui uma tampa verde, o HB possui uma tampa cromada e a tampa roxa serve ao 2B. Se você estiver comprando pela primeira vez, sugiro que compre apenas três – 2B, HB e 2H – elas alcançam quase todos os efeitos de que você poderá necessitar.
Lápis Progresso®
lpisprogresso
Os lápis Progresso® são bastões sólidos de grafite, além de instrumentos bastante versáteis. Entretanto, apesar de possuir um 2B e um 6B, eu raramente os utilizo, exceto para esboços de viagem e para “lavar” levemente uma área sulcada (ver ferramenta de incisão).
Lápis convencionais
lpis
Normalmente revestidos por cedro, esses lápis possuem uma suavidade que pode auxiliar nas técnicas sutis de sombreamento, mas padecem de inúmeras desvantagens. Eles encurtam quando em uso, resultando em uma infindável alteração de equilíbrio e peso; uma variedade de pontas pode ser obtida, mas pontas muito finas tendem a exigir o uso de uma lixa ou outra superfície áspera para obtê-las – as lapiseiras possuem uma indispensável ponta por padrão. Se cair ou arquear-se, a grafite tende a romper-se internamente- as lapiseiras sustentam a mina na parte interna, virtualmente sem quebras, quando em uso normal.
Minas de grafite
minash
As minas Staedtler de 2 mm estão disponíveis em tubos com duas ou caixas com 12. A caixa com 12 (ilustrada acima) vem com uma cor na tampa que depende da graduação. As minas são completamente amparadas pela lapiseira por meio de um tubo metálico.
Um grande leque de graduações é disponibilizado com as mais usadas, das mais macias às mais duras, são 6B, 4B, 2B, HB, F, H, 2H, 4H e 6H. A mais macia que eu utilizo é a 6B, embora eu a utilize com pouca freqüência - sendo ásperos e granulados, os grãos de grafite tendem a serem visíveis, o que pode desviar do realismo que eu procuro obter. No uso habitual, minha graduação mais macia é a 2B e a mais dura é 4H. A maioria de meus desenhos é obtida com apenas três graduações, 2B, F e 2H.
Agulha para Indenting
agulha bigode
Usada para sulcar uma linha no papel antes do início do desenho. Ela produz uma linha branca e limpa com lados paralelos e (com prática) uma cavidade perfeitamente afunilada. Seu uso inclui bigodes de gatos, como os mostrados acima. A ferramenta é feita em casa e consiste de uma agulha de costura (arredondada e não pontiaguda) com a parte do buraco retirada e inserida numa lapiseira velha. Assim que as linhas são sulcadas, eu uso o lápis Progresso® 2B para sombrear levemente a área de modo a revelar suas posições durante o trabalho posterior.
Esfuminhos e tortilhões...
esfuminhos
Usados para misturar grafite. Os esfuminhos são geralmente com pontas dupla e maiores e mais encorpados que os tortilhões, estes mais finos e com uma única ponta. Ambos possuem seus usos específicos embora eu tenda a usar somente tortilhões – para o trabalho grosseiro, eu enrolo toalha de papel em meu dedo em vez de usar um tortilhão. Nunca use o dedo sem proteção para misturar grafite. O óleo natural da sua pele faz que a grafite grude no papel em fragmentos irregulares. Isso uma vez me fez gastar dois dias aplicando grafite e esfumando em torno dessas áreas até que se tornassem imperceptíveis...
colourshaper
O Colour Shaper é usado, em geral, da mesma maneira que um tortilhão, sendo particularmente útil para esfumar em cantos apertados. Diferentemente do tortilhão, ele não absorve grafite, o que restringe sua utilização para áreas pequenas – ele não é um instrumento para esfumar em áreas grandes. O único que eu uso é um Forsline & Starr nº 2 de ponta cônica macia. Um maior de ponta de buril achatada também está disponível, e ambos modelos podem ser adquiridos nas versões macia e dura.
Apontadores...
afiaminas apontador
Se você estiver desenhando com lapiseiras, o apontador Staedtler (o primeiro acima) é um item imprescindível. Concebido para afiar minas, ele é capaz de produzir providenciais pontas afiadas, caso requisitado. Na parte de cima está um limpador de minas (a ponta do lápis recém-afiado é inserida num local fibroso para limpar o pó de grafite espalhado nela) e, ao lado dele, há dois pequenos orifícios – introduza a mina em ambos para obter um determinado comprimento – um resulta em uma ponta afiada e outro uma ponta achatada convencional. Você pode guardar também os resíduos de grafite e usá-los com um pincel para uma tonificação suave – embora eu pessoalmente não uso esse método, pois prefiro o controle maior propiciado pela estratificação gradual de linhas de grafite para esfumar. O apontador convencional mostrado acima é utilizado não só para apontar lápis convencionais, mas também para obter pontas funcionais em borrachas em bastões (ver abaixo).
Borrachas...
canetasborracha borrachaw
Há uma grande variedade de borrachas convencionais, mas eu uso somente aquelas mostradas aqui. O principal requisito é uma borracha macia que possa remover suavemente a grafite, e não esfregá-la sempre contra a superfície do papel. É por essa razão que eu não mais uso borrachas para tinta ou borrachas para máquinas de escrever. Fora as borrachas em bloco (a segunda acima, e a qual eu somente uso para limpar a margem do desenho), eu uso na maioria das vezes as borrachas em bastão da Staedtler. Das duas versões mostradas acima, eu uso a de cima – embora esse modelo 528-55 não esteja mais disponível, as recargas para o modelo de baixo 528-50 servem para o “holder” antigo (mais confortável e preciso). Com o núcleo da borracha pode-se obter uma ponta muito fina, usando-se um apontador de lápis convencional.
Blu-Tack como uma borracha...
massaib
O Blu-Tack da Bostik propiciou o progresso de meu desenho como nenhum outro produto já o fez. Sua maior força reside em sua habilidade sem paralelos em remover o grafite já aplicado e em “desenhar” luz ou formas brancas com ele. O mero toque retira imediatamente a grafite do papel e, com prática, quaisquer áreas podem ser gradualmente desbotadas. Na grafite pré-aplicada, ele deixa uma impressão limpa e bem definida pela fácil pré-moldagem de formas, de tal maneira que ele é excepcional para simular folhagem em fundos, cabelos em áreas de sombras intensas, ou qualquer aplicação em que seja preferível uma sugestão a um objeto bem focalizado. Para fazer acréscimos na fase final ele é insuperável – determinada série de toques de Blu-Tack pode fazer que a grafite 6B praticamente retorne ao branco antes de fazer retoques com uma borracha macia artística convencional. Leia meu tutorial “Erasing with wall putty” para mais informações.
Fonte: sibleyfineart

22 Dicas de pintura em tela para artistas iniciantes


Olá Pessoal! Abaixo segue uma série de “Perguntas e Respostas”, especialmente para quem é pintor(a)de primeira viajem e que deseja se profissionalizar nessa área artística, mas não sabe como começar, aqui eu espero compartilhar com todos vocês um pouco da minha vida como artista plástico e professor profissionalizante de Pintura em Tela. Boa Leitura!

1- Eu estou iniciando o meu curso de Pintura em Tela, mas o(a) professor(a) só ensina paisagem na aula, devo mudar de ateliê?
Eu já fui crucificado várias vezes por isso, rsrsrs…  Olha, é na paisagem que aprendemos a maioria dos movimentos de outras classes artísticas, as vezes no mesmo movimento que aprendemos pra fazer uma cachoeira de uma paisagem, a gente utiliza numa maçã de uma natureza morta… As rodadinhas (bambolê) que utilizamos muito para construirmos nuvens, podem utilizar também em diversas flores e até mesmo em retratos!
Eu usava e abusava com meus alunos do “Método Biônico”, desenvolvido por uma diva das artes paranaense, chamada Bia Moreira, na qual onde eu aprendi a dar os meus primeiros passos, já ouvi muitos professores criticarem porque acham essa técnica muito “Pintura em Tecido” ou que prende ao aluno num estilo regular, pois discordo totalmente, foi com esse método que consegui desenvolver minha criatividade e já vi muita gente desenvolver através dessa técnica também! A pintura tem que ser simples, o seu único segredo que não me canso de dizer é “paciência” mais uma “pitada de força de vontade”! Talvez o(a) seu(sua) professor(a) esteja usando essa técnica, converse mais com ele(a) sobre esse  assunto, ok?!
2- Que tipo de verniz utiliza na tela em acrílico?
No mercado existem dois tipos de vernizes comuns: o Acrílico e o Geral. O Acrílico deixa um brilho leve, suave, ao contrário do Geral que é mais forte! O Acrílico pode ser dissolvido com um pouco de água, já o Geral, aconselho usar ele puro. Com 72 horas ele já está seco, dependendo da sua região. Pegar Sol e Chuva na tela é um veneno que deve ser evitado sempre!
3- Pode se misturar tinta acrílica com tinta a óleo?
Não. Porque isso seria a mesma coisa que você tentar misturar água com óleo.
4- Qual é o tamanho ideal para começar a pintar em Tela?
De 80X60 á 90X70. Porém essa é uma opinião pessoal, não é regra! Eu usava essa numeração com os alunos porque é um tamanho de médio para grande, dar para treinar muito os movimentos com o braço, não procure tamanho escandalosos que pode lhe frustrar na primeira tela, já os tamanhos pequenos demais como 30X30, 30X25, 20X20, pode até dificultar no desenvolvimento de alguns movimentos. Com uma tela de tamanho médio, você poderá viajar melhor na sua pintura, sem falar que o resultado final é muito satisfatório.
5- Pode colocar vidro na tela quando a gente vai emoldurar?
Não, porque o verniz já serve pra proteger de muitas coisas, além de brega, o vidro pode dar até um aspecto de que você comprou a tela numa loja de importados, srsrsr… Existem casos e casos, por exemplo, se for uma pintura em papel, tudo bem, nesse caso, um vidro é bom!
6-Tenho uma filha de 5 anos, que dar algumas pinceladas nas tela . Em que posso ajudá-la a desenvolver na pintura?
Tem um artigo nesse site sobre Pinturas para Crianças. Deixe ela a vontade, no dia que não quiser pintar tudo bem, mas antes de passar pra a tela, faça alguma pinturas simples em cartolina e peça para que ela possa acompanhar,tipo passo-a-passo, treine alguns movimentos (vai-e-vem,bambolê, ventania… adoro a Bia Moreira,rsrsr…) ou você pode dar outros nomes a esses movimentos, sempre elogie a pintura da criança, isso é importante! Peça pra os seus amigos e familiares também elogiar!!! Só comece na tela quando ela estiver mais segura, iniciar com paisagens simples, algumas flores como tulipas e copos de leites, também são perfeitas!
7-Como perder a insegurança para pintar?
Bom, não só aqui, mas também por e-mail vejo com muita freqüência o pessoal me perguntar isso: “como fazer para perder a insegurança na hora de pintar?!” Isso tudo depende apenas de você, se estás começando a pintar agora, e seguindo o estilo copista, ou seja, pintando por outra figura ou revista, é super importante que você procure saber com o seu professor se a tal figura está no seu nível de dificuldade.
Se você for autodidata e está começando agora em casa, a dica é que observe bem e tente, numa folha de papel ou numa cartolina, estudar alguns movimentos que foram surgidos, por exemplo, se você for pintar uma vegetação, tente reproduzir o movimento das batidinhas nessa folha antes de passar pra tela, isso vai aliviar muito a sua tensão. Outra dica para quem tem professor e quer perder o medo, pinte sozinho em casa, reproduza o que foi passadas em sala, várias vezes em casa, isso vai lhe tornando uma fera no domínio das técnicas.
8- Qual é o estilo de flores mais fácil para pintar?
Para os iniciantes, a minha sugestão é: Antúrios, Copos de leite e Tulipas. As hortênsias podem parecer fácil para quem nunca pintou, mais exige um pouco de técnica sim, elas iludem bastante. A “Rosa” é um bicho de sete cabeças sim, não vou mentir para vocês, principalmente aquelas que são bem detalhadas com muitas pétalas, estilo Douglas Frasquetti, para quem nunca pintou é um pouco arriscado. Não indico também as orquídeas.
9-Quero fazer uma exposição, qual é o melhor local?
Cada artista tem seu estilo de receitar uma exposição, mas em algumas situações todos concordam: Escolha um espaço bem movimentado, estilo, shoppings, bancos, fóruns, universidades, órgãos públicos, etc., digo assim, se por acaso na sua cidade não tiver uma galeria específica. Exponha no mínimo 10 telas, tamanhos parecido (nada de colocar uma 15X15cm, perto de uma de 1,00 X 2,00m), especifique em cartões(plaquetas) as informações sobre a tela, tipo, título, diâmetro, técnica utilizada, preços etc., para obter um bom sucesso na exposição divulgue ao máximo!!! Não se preocupe em gastar muito com coquetéis e específicos, encher a pança de barão nem sempre traz bons frutos!!!
10 – Numa exposição é falta de ética colocar uma placa avisando: “Por favor não tocar nas telas”?
Olha, isso vai depender do local onde você está expondo. Se for numa galeria apropriada, creio que a maioria das pessoas que visitarão a sua exposição, já seja do meio artístico ou acostumado a freqüentar esse tipo de evento, creio que elas não pagarão esse mico, hehehehe… (apesar de que sempre tem um que dar mancada). Em lugares movimentados como shoppings e bancos, seria interessante sim, porque infelizmente, pelo menos aqui no Brasil, muitas pessoas não foram educadas e se comportarem nesses locais. Lembrei de uma vez que uma mulher chegou numa tela minha, de umas flores, ela além de tocar na obra, ainda cheirou para saber se elas emitiam alguma essência floral, rsrsrs… Tem gente pra tudo!!!
11- Como fazer o movimento bambolê na pintura?
Para quem está se perguntando que “movimento é esse?”, assim é chamado porque ele fica fazendo giros com o pincel, muito usado para fazer fundos de natureza-morta, céus, montanhas, frutas, flores, até mesmo figuras humanas, pelo o que eu sei assim foi denominado pela a artista plástica paranaense Bia Moreira, uma mulher super talentosa que considerei um dos meus espelhos artísticos no começo da minha carreira. Esse movimento exige muita precisão e leveza na mão, de preferência procure fazer com um pincel redondo, até mesmo uma brocha, dará um efeito muito bom, uma coisa que acontece comigo pra dar um efeito bem esfumaçado, eu coloco um pouco de força na mão nas primeiras giradas, depois disso vou afastando o pincel no mesmo local, isso me ajuda muito na mistura de cores.
12- Dar para aprender alguma coisa assistindo esses DVDs que vendem na internet e em banca de revistas?
Olha, eu não posso responder por todos, mas o meu melhor aprendizado que tive na vida, além da prática (é praxe), foi observando muitos artistas a pintarem. Nesses DVDs, eu adquiri muita experiência pedagógica, especialmente teórica, como professor de pintura em tela profissionalizante, digo que o ruim deles é  porque não temos o artista 24hs a nossa disposição, para tirar dúvidas como um professor em aula presencial, mas sempre procure ver imagens o ler o conteúdo antes de comprar o DVD, pra ver se a didática que o artista está passando supre as suas necessidades, ok?!
13- O verdadeiro artista á aquele que cria?
É lógico que sim, rsrsrs… Embora eu também considero muito a técnica que ele usa, eu sou muito abusado e um pouco ante acadêmico nesse aspecto, digo isso por mim, amo estudar, aprender e criar novas técnicas, nem que eu tenha que copiar um passo-a-passo de um artista de revista, depois que eu adquiro segurança com ela eu automaticamente vou para o segundo estágio, que é de criar algo com essa tal técnica que aprendi! Sinceramente não gosto de ver seboseira, sou contra qualquer pessoa que joga um tubo de tinta numa tela e já se diz um artista, é igual o macaco que passava na novela (apesar de que eu gostava muito das telas dele, srsrsr), para mim a pintura tem que ser clara e objetiva pra quem está vendo, mesmo que seja abstrata, vanguardista e pós-moderna, ela precisa ter alma.
14- Eu gostaria de fazer um auto-retrato, mais ainda eu não muita segurança, o que fazer?
Estude anatomia. A base de uma pintura clássica e realista perfeita, está sempre na construção de um ótimo desenho, depois disso o próximo passo é dominar a mistura de cores e a separação de luz e sombra, pratique muito que o tempo lhe trará bons resultados.
15- Eu não tenho professor, eu sou autodidata, eu queria saber como posso ter segurança na pintura?
Essa é bem parecida com o tópico acima, relaxe e pratique que o tempo lhe trará bons resultados, leia mais sobre pintura, veja vídeos, visite galerias e vernissages, converse mais com quem entenda do assunto.
16-Qualquer pessoa pode pintar?
Bom, desde que ela tenha muita força de vontade ou que não tenha algum problema que impossibilite de utilizar os materiais, sim!!! Não existe idade certa pra começar a pintar, é claro que as crianças têm mais facilidade de aprender qualquer arte por estar em desenvolvimento, mas a pintura não escolhe idade, raça e nem sexo, basta apenas ter paciência e como citei antes “muita força de vontade” mesmo! Já vi milagres acontecer nos meus cursos, inclusive me considero “um” também!
17-Depois que eu entrar em algum curso de Pintura, em quanto tempo estarei pintando bem, em tela?
Olha… Isso é algo relativo, onde só você mesmo irá descobrir, por favor, nada de ficar tirando o juízo do professor, porque você ainda não conseguiu pintar do jeito que você quer ou de chegar em casa chateado porque o seu colega de turma já está pintando a árvore “melhor” do que você, não é bem assim que a coisa funciona, quantidade de telas produzida num curso não indica qualidade,  se bem que cada um tem o seu caminho artístico que irá descobrindo-se com a prática, que pode vir logo ou demorar anos, o importante é você praticar e praticar!!! É claro que, as pessoas quem tem um certo conhecimento em desenho artístico irá se sobressair bem melhor do que aqueles que nunca fizeram o “zé bolinha” na vida, mas isso também não é absoluto, já vi muita gente fera no desenho se estressar com os pincéis e também muita gente que nunca pegou no lápis, dar um show na pintura!!!
18-Existe algum segredo pra Pintar bem?
Já foi dito lá em cima: Paciência com Força de vontade (99%) + Técnica (1%)=  SUCESSO (isso não só na pintura, mas em qualquer profissão!)
19-Como escolher um curso de Pintura certo?
Isso aí vai depender de que objetivo você pretende alcançar… Existem cursos hoje para tudo, só para se especializar em flores, paisagens, natureza morta, retrato, abstrato etc., ou nos estilos mais acadêmicos e vanguardistas, se você nunca pintou, comece sempre pelo o “curso inicial”, de preferência, algum curso que tenha no mínimo 2h (duas horas) de duração por dia, pratique em casa, e nunca deixe o seu professor fazer mais do que você na sua tela, isso irá lhe frustrar futuramente, sem falar que lhe atrasará bastante em conhecimentos, você poderá deixar de aprender técnicas maravilhosas, o professor está ali apenas para orientá-lo e não para pintar por você!
20-Como escolher um bom professor de pintura?
Esse é o mais complicado de responder, porque cada um tem uma técnica diferente, um estilo, metodologia prática e teórica, mas se puder conheça antes os trabalhos do artista, e o principal: NUNCA deixe o professor pintar mais do que você em sua tela, lembre-se: a tela é sua! Juro que sem a minha professora eu não tinha chegado 50% da minha formação, ela me deu muito valor moral, nas aulas eu fazia de tudo para me destacar, isso foi conquistando ela e formamos um laço de amizade incrível! Nunca diga a seu professor que está ali só pra fazer uma tela pra sua “sala” ou “cozinha”, é mesmo que dá um tiro ou uma facada nele! Procure agradar sempre o seu professor, pois trabalhar com pintura é trabalhar com sentimentos e, nem todo dia é dia de sol para ele e você, aprenda a amar o seu colega de classe, saiba dividir o seu material com quem precisa e for responsável, elogie os trabalhos dos seus colegas, interaja sempre com a turma, faça da sua turma a melhor do curso!
21- Eu gostaria de começar a pintar mais não tenho professor para me orientar, posso arriscar sozinho?
Claro que pode sim!!! Alguns acadêmicos aconselham iniciar a pintar sozinho, eles dizem que é assim que se faz um artista completo, mas eu discordo em parte, um professor ajuda e muito a lhe esclarecer muitos fantasmas que estão presos em sua cabeça, sem falar que são eles que passam uma segurança para a gente quando estamos pensando em desistir de pintar, procure pintar sozinho em ultimo caso, se estiver entrando num curso de pintura, não hesite em aprender os princípios básicos da pintura, aliás, na construção de uma casa não começamos pelo o teto, concordam?!
22- Qual é a melhor maneira de fabricar uma tela? É mais barato do que comprar pronta?
Isso depende da sua região, na minha, por exemplo, um chassi pronto em uma loja de artesanato ou numa papelaria sai até 10 vezes mais caro do que fabricar artesanalmente em casa. Eu geralmente compro a um marceneiro o chassi, e estico o “algodãozinho Bahia”(ou médio), com um grampeador profissional (aqueles de grampear sofá, os Rocamas) com grampos de referência 106/6. Depois passo duas demãos de tinta acrílica ou látex na tela, uma na vertical e outra na horizontal e fica durinho pra pintar o que eu quero. Mas observem, os chassis tem que ter uma ladeirinha no lado que você vai pintar o tecido, se não, isso poderá marcar a sua pintura.
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Técnicas e materiais artísticos e expressivos nas artes visuais.


Nas artes visuais quase todo material e técnica podem ser utilizados para criar uma obra, mas existem aqueles que são mais conhecidos, considerados como tradicionais ou convencionais e os modernos ou contemporâneos.Entre os meios artísticos tradicionais ou convencionais, três deles manifestam-se em duas dimensões (bidimensional – altura e comprimento): o desenho, a gravura e a pintura. Embora o resultado formal de cada um deles seja bastante diferente (embora o desenho e a gravura sejam similares), a grande diferença entre eles se encontra na técnica envolvida. Os outros meios tradicionais – a escultura e a arquitetura –  manifestam-se nas três dimensões do espaço (tridimensional – altura, comprimento e largura ou (profundidade).

Desenho


É o processo pelo qual uma superfície é marcada aplicando-se sobre ela a pressão de uma ferramenta (em geral, um lápis, carvão, nanquim, grafite, pastel, caneta, pincel etc.) e movendo-a, de forma a surgirem pontos, linhas e formas planas. O resultado deste processo (a imagem obtida) também pode ser chamada de desenho.    Desta forma, um desenho manifesta-se  essencialmente como uma composição bidimensional. Quando esta composição possui uma certa intenção estética, o desenho passa a ser considerado uma expressão artística.A escolha dos meios e materiais está intimamente relacionada à técnica escolhida para o desenho. Um mesmo objeto desenhado a bico de pena e a grafite produz resultados absolutamente diferentes.As ferramentas de desenho mais comuns são o lápis, o carvão, os pastéis, crayons e pena e tinta. Muitos materiais de desenho são à base de água ou óleo e são aplicados secos, sem nenhuma preparação.Existem meios de desenho à base d'água (o "lápis-aquarela", por exemplo), que podem ser desenhados como os lápis normais, e então umedecidos com um pincel molhado para produzir vários efeitos. Há também pastéis oleosos e lápis de cera. Desde a invenção do papel, no século XIV, ele se torna o suporte dominante para a realização de desenhos. É possível classificar o desenho em função dos instrumentos utilizados para a sua execução, ou da ausência deles. Pode-se pensar ainda em modalidades distintas do registro de acordo com as finalidades almejadas.
Desenho artístico à mão livre. Garcia Junior 2006.
Desenho artístico à mão livre (Central dos quadrinhos 2006).

• Desenho técnico ou industrial: uma forma padronizada e normatizada de desenho, voltado à representação de peças, objetos e projetos inseridos em um processo de produção.
• Desenho arquitetônico: desenho voltado especialmente ao projeto de arquitetura realizado, de modo geral, com o auxílio de réguas, compassos, esquadros e outros instrumentos.
• Desenho científico: empregado na zoologia, na botânica e anatomia (fartamente empregados como ilustrações de manuais didáticos)
• Ilustração: um tipo de desenho que pretende expressar alguma informação, normalmente acompanhado de outras mídias, como o texto.
• Croqui ou esboço: um desenho rápido, normalmente feito à mão sem a ajuda de demais instrumentos que não propriamente os de traçado e o papel, feito com a intenção de discutir determinadas idéias gráficas ou de simplesmente registrá-las. Normalmente são os primeiros desenhos feitos dentro de um processo para se chegar a uma pintura ou ilustração mais detalhada.
Desenho arquitetônico - Brasília.
Desenho técnico.

Esboço.

Gravura

Difere do desenho na medida em que ela é produzida pensando-se na sua impressão e reprodução. Uma gravura é produzida a partir de uma matriz que pode ser feita de metal (calcografia), pedra (litografia), madeira (xilogravura) ou seda (serigrafia).
O artista trabalha nesses suportes fazendo uma gravação da imagem de acordo com as ferramentas que utiliza com o propósito de imprimir uma tiragem de exemplares idênticos podendo ser feita pelo próprio artista ou orientando um impressor especializado. 
Uma gravura é considerada original quando é assinada e numerada pelo artista dentro de conceitos estabelecidos internacionalmente. Após aprovar uma gravura o artista tira várias provas que são chamadas p. a. (prova do artista). Ao chegar ao resultado desejado é feita uma cópia "bonne à tirer" (boa para imprimir – b.p.i.). A tiragem final deve ser aprovada pelo artista, que, então, assina a lápis, coloca a data, o título da obra e numera a série. Finda a edição, a matriz deve ser destruída ou inutilizada. Cada imagem impressa é um exemplar original de gravura e o conjunto destes exemplares é denominado tiragem ou edição. Em uma tiragem de 100 gravuras, as obras são numeradas em frações: 1/100, 2/100 etc. 

Conheça um pouco mais sobre as quatro técnicas de gravura:

 
• Litografia (matriz de pedra): a litografia (lithos = pedra e graphein = escrever) foi criada no ano de 1796 por Alois Senefelder.
• Xilogravura (matriz de madeira): surgiu como conseqüência da demanda cada vez maior de consumo de imagens e livros sacros a partir da invenção da imprensa por Gutenberg, quando as iluminuras e códigos manuscritos passaram a ser um luxo de poucos. A gravura em madeira seria um meio econômico de substituir o desenho manual, imitando-o de forma ilusória e permitindo a reprodução mecânica de originais consagrados.
• Calcografia (matriz de metal): surgiu nos ateliês de ourivesaria e de armaduras, no século XV, onde era usual imprimir-se os desenhos das jóias e brasões em papel para melhor visualização das imagens.
• Serigrafia (matriz de seda ou náilon): também conhecida como silk-screen (tela de seda) é um processo de impressão no qual a tinta é vazada - pela pressão de um rodo ou puxador - através de uma tela preparada. É utilizada na impressão em variados tipos de materiais (papel, plástico, borracha, madeira, vidro, tecido, etc.), superfícies (cilíndrica, esférica, irregular, clara, escura, opaca, brilhante, etc.) espessuras ou tamanhos, com diversos tipos de tintas ou cores. Também pode ser feita de forma mecânica (por pessoas) ou automática (por máquinas).
Produção da tela matriz de serigrafia.

Pintura

Refere-se genericamente à técnica de aplicar pigmento em forma líquida a uma superfície bidimensional, a fim de colori-la, atribuindo-lhe matizes, tons e texturas. Em um sentido mais específico, é a arte de pintar uma superfície, tais como papel, tela, ou uma parede (pintura mural ou de afrescos). A pintura é considerada por muitos como uma das expressões artísticas tradicionais mais importantes; muitas das obras de arte mais importantes do mundo, tais como a Mona Lisa, são pinturas. Diferencia-se do desenho pelo uso dos pigmentos líquidos e do uso constante da cor, enquanto aquele apropria-se principalmente de materiais secos. Enquanto técnica, a pintura envolve um determinado meio de manifestação (a superfície onde ela será produzida) e um material para lidar com os pigmentos (os vários tipos de pincéis e tintas). 
A escolha dos materiais e técnicas adequadas está diretamente ligada ao resultado final desejado para o trabalho como se pretende que ele seja entendido. Desta forma, a análise de qualquer obra artística passa pela identificação do suporte e da técnica utilizadas. Enquanto técnica, a pintura envolve um determinado meio de manifestação (a superfície onde ela será produzida) e um material para lidar com os pigmentos (os vários tipos de pincéis e tintas). 
O suporte mais comum é a tela (normalmente uma superfície de madeira coberta por algum tipo de tecido), embora durante a Idade Média e o Renascimento o afresco tenha tido mais importância. É possível também usar o papel (embora seja muito pouco adequado à maior parte das tintas). Quanto aos materiais, a escolha é mais demorada e, normalmente, envolve uma preferência pessoal do pintor e sua disponibilidade. Materiais comuns são: a tinta a óleo, a tinta acrílica, o guache e a aquarela.
Pintura da artista Helene Beland.
É também possível lidar com pastéis e crayons, embora estes materiais estejam mais identificados com o desenho.
No entanto, há controvérsias sobre essa definição de pintura. Com a variedade de experiências entre diferentes meios e o uso da tecnologia digital, a idéia de que pintura não precisa se limitar à aplicação do "pigmento em forma líquida". Atualmente o conceito de pintura pode ser ampliado para a representação visual através das cores. Mesmo assim, a definição tradicional de pintura não deve ser ignorada.
O elemento fundamental da pintura é a cor. A relação formal entre as massas coloridas presentes em uma obra constitiu sua estrutura fundamental, guiando o olhar do espectador e propondo-lhe sensações de calor, frio, profundidade, sombra, entre outros. Estas relações estão implícitas na maior parte das obras da História da Arte e sua explicitação foi uma bandeira dos pintores abstratos.

Conheça as principais técnicas e materiais da pintura:


• Muralismo, pintura mural ou parietal: é a pintura executada sobre uma parede, quer diretamente na sua superfície, como num afresco, quer num painel montado numa exposição permanente. Ela difere de todas as outras formas de arte pictórica por estar profundamente vinculada à arquitetura, podendo explorar o caráter plano de uma parede ou criar o efeito de uma nova área de espaço. A técnica tradicional de uso mais generalizado é a do afresco, que consiste na aplicação de pigmentos de cores diferentes, diluídos em água, sobre argamassa ainda úmida.
• Tinta a óleo: é uma mistura de pigmento pulverizado e óleo de linhaça ou papoula. É uma massa espessa, da consistência da manteiga, e já vem pronta para o uso, embalada em tubos ou em pequenas latas. Dissolve-se com óleo de linhaça ou terebintina para torná-la mais diluída e fácil de espalhar. O óleo acrescenta brilho à tinta; o solvente tende a torná-la opaca.
A grande vantagem da pintura a óleo é a flexibilidade, pois a secagem lenta da tinta permite ao pintor alterar e corrigir o seu trabalho.
• Acrílico: é uma tinta sintética solúvel em água que pode ser usada em camadas espessas ou finas, permitindo ao artista combinar as técnicas da pintura a óleo e da aquarela. Se você quiser fazer tinta acrílica, você pode misturar tinta guache com cola.
• Aquarela: é uma técnica de pintura na qual os pigmentos se encontram suspensos ou dissolvidos em água. Os suportes utilizados na aquarela são muito variados, embora o mais comum seja o papel com elevada gramatura (espessura do papel). São também utilizados como suporte o papiro, casca de árvore, plástico, couro, tecido, madeira e tela.
• Guache: é um tipo de aquarela opaca. Seu grau de opacidade varia com a quantidade de pigmento branco adicionado adicionado à cor, geralmente o suficiente para evitar que a textura do papel apareça através da pintura, fazendo com que não tenha a luminosidade das aquarelas transparentes.
•  Colagem
Também é considerada uma técnica convencional de artes visuais que utiliza vários materiais aplicados em diferentes suportes para criar um efeito diferente e interessante. Ao abrigar no espaço do quadro elementos retirados da realidade - pedaços de jornal e papéis de todo tipo, tecidos, madeiras e objetos variados, a colagem passa a ser concebida como construção sobre um suporte, o que dificulta o estabelecimento de fronteiras rígidas entre pintura e escultura.
Colagem (papel celofane, cartolina e cola).


Escultura


É uma arte que representa imagens plásticas em relevo total ou parcial usando a tridimensionalidade do espaço.
Os processos da arte em escultura datam da Antigüidade e sofreram poucas variações até o século XX. Estes processos podem ser classificados segundo o material empregado: pedra, metal, argila, gesso ou madeira.
A técnica da modelagem consiste em elaborar esculturas inéditas através desta técnica. São utilizados materiais macios e flexíveis, facilmente modeláveis, como a cera, o gesso e a argila.
No caso da argila, a escultura será posteriormente cozida, tornando-se resistente. A modelagem é, também, o primeiro passo para a confecção de esculturas através de outras técnicas, como a fundição e a moldagem.
A técnica do entalhe é um processo que requer tempo e esforço, já que o artista trabalha minuciosamente numa escultura, cortando ou extraindo o material supérfluo (madeira, por exemplo) até obter a forma desejada.
O material é sempre rígido e, com freqüência, pesado. A arte de esculpir em madeira utiliza poucas espécies de árvores, que são selecionadas em função da sua textura, da beleza do material proporcionado pelos veios e pela tonalidade da matéria prima.
As madeiras comumente utilizadas são o cedro e o mogno, por serem fáceis de trabalhar e mais leves. O acabamento da obra é dado com tintas e vernizes preparados com resinas químicas ou naturais.
Outra técnica utilizada para a escultura é fundição de metal (ferro, cobre, bronze etc) em que se faz um processo complexo que começa com um modelo em argila, passando por um molde que será preenchido com cera, obtendo-se outra peça idêntica neste material, que poderá ser retocada, para corrigir algumas imperfeições derivadas do molde. Depois de modelada em cera.
Em seguida, o metal líquido é vazado dentro de um molde, ocupando o lugar deixado pela cera. O gesso é dissolvido em uma lavagem a jato de água, revelando a peça com seus contornos. A escultura de metal passa, então, por um processo final de recorte e de acabamento.
Escultura em madeira.
Escultura em pedra.


 Arquitetura


Entre muitas outras coisas, a Arquitetura é a organização do espaço tridimensional. É uma atividade humana existente desde que o homem passou a se abrigar das intempéries do clima. Uma definição mais precisa da área envolve todo o design do ambiente construído pelo homem, o que engloba desde o desenho de mobiliário (desenho industrial) até o desenho da paisagem (paisagismo) e da cidade (urbanismo), passando pelo desenho dos edifícios e construções (considerada a atividade mais comum dos arquitetos). O trabalho do arquiteto envolve, portanto, toda a escala da vida do homem, desde a manual até a urbana.
A arquitetura se manifesta de dois modos diferentes: a atividade (a arte, o campo de trabalho do arquiteto) e o resultado físico (o conjunto construído de um arquiteto, de um povo e da humanidade como um todo).
A Arquitetura depende ainda, necessariamente, da época da sua ocorrência, do meio físico e social a que pertence, da técnica decorrente dos materiais empregados e, finalmente, dos objetivos e dos recursos financeiros disponíveis para a realização da obra, ou seja, do programa proposto.
Bem mais do que planejar uma construção ou dividir espaços para sua melhor ocupação, a Arquitetura fascina, intriga e, muitas vezes, revolta as pessoas envolvidas pelas paredes. Isso porque ela não é apenas uma habilidade prática para solucionar os espaços habitáveis, mas encarna valores. A Arquitetura desenha a realidade urbana que acomoda os seres humanos no presente. É o pensamento transformado em pedra, mas também a criação do pensamento.
Arquitetura colonial - Ouro Preto.
Arquitetura moderna - Palácio do Planalto - Brasília.

Fonte:  
http://pt.scribd.com/
(APOSTILA DE ARTE – ARTES VISUAIS – Garcia Junior)


 

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