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Os incríveis desenhos de Clive Meredith.


Clive é um artista autodidata, especializado em retratos a lápis de grafite de animais selvagens ao redor do globo.
Um artista profissional desde 1993, Clive é um naturalista vivo, preferindo, sempre que possível, observar seus súditos em seu ambiente natural.













Técnicas e materiais artísticos e expressivos nas artes visuais.


Nas artes visuais quase todo material e técnica podem ser utilizados para criar uma obra, mas existem aqueles que são mais conhecidos, considerados como tradicionais ou convencionais e os modernos ou contemporâneos.Entre os meios artísticos tradicionais ou convencionais, três deles manifestam-se em duas dimensões (bidimensional – altura e comprimento): o desenho, a gravura e a pintura. Embora o resultado formal de cada um deles seja bastante diferente (embora o desenho e a gravura sejam similares), a grande diferença entre eles se encontra na técnica envolvida. Os outros meios tradicionais – a escultura e a arquitetura –  manifestam-se nas três dimensões do espaço (tridimensional – altura, comprimento e largura ou (profundidade).

Desenho


É o processo pelo qual uma superfície é marcada aplicando-se sobre ela a pressão de uma ferramenta (em geral, um lápis, carvão, nanquim, grafite, pastel, caneta, pincel etc.) e movendo-a, de forma a surgirem pontos, linhas e formas planas. O resultado deste processo (a imagem obtida) também pode ser chamada de desenho.    Desta forma, um desenho manifesta-se  essencialmente como uma composição bidimensional. Quando esta composição possui uma certa intenção estética, o desenho passa a ser considerado uma expressão artística.A escolha dos meios e materiais está intimamente relacionada à técnica escolhida para o desenho. Um mesmo objeto desenhado a bico de pena e a grafite produz resultados absolutamente diferentes.As ferramentas de desenho mais comuns são o lápis, o carvão, os pastéis, crayons e pena e tinta. Muitos materiais de desenho são à base de água ou óleo e são aplicados secos, sem nenhuma preparação.Existem meios de desenho à base d'água (o "lápis-aquarela", por exemplo), que podem ser desenhados como os lápis normais, e então umedecidos com um pincel molhado para produzir vários efeitos. Há também pastéis oleosos e lápis de cera. Desde a invenção do papel, no século XIV, ele se torna o suporte dominante para a realização de desenhos. É possível classificar o desenho em função dos instrumentos utilizados para a sua execução, ou da ausência deles. Pode-se pensar ainda em modalidades distintas do registro de acordo com as finalidades almejadas.
Desenho artístico à mão livre. Garcia Junior 2006.
Desenho artístico à mão livre (Central dos quadrinhos 2006).

• Desenho técnico ou industrial: uma forma padronizada e normatizada de desenho, voltado à representação de peças, objetos e projetos inseridos em um processo de produção.
• Desenho arquitetônico: desenho voltado especialmente ao projeto de arquitetura realizado, de modo geral, com o auxílio de réguas, compassos, esquadros e outros instrumentos.
• Desenho científico: empregado na zoologia, na botânica e anatomia (fartamente empregados como ilustrações de manuais didáticos)
• Ilustração: um tipo de desenho que pretende expressar alguma informação, normalmente acompanhado de outras mídias, como o texto.
• Croqui ou esboço: um desenho rápido, normalmente feito à mão sem a ajuda de demais instrumentos que não propriamente os de traçado e o papel, feito com a intenção de discutir determinadas idéias gráficas ou de simplesmente registrá-las. Normalmente são os primeiros desenhos feitos dentro de um processo para se chegar a uma pintura ou ilustração mais detalhada.
Desenho arquitetônico - Brasília.
Desenho técnico.

Esboço.

Gravura

Difere do desenho na medida em que ela é produzida pensando-se na sua impressão e reprodução. Uma gravura é produzida a partir de uma matriz que pode ser feita de metal (calcografia), pedra (litografia), madeira (xilogravura) ou seda (serigrafia).
O artista trabalha nesses suportes fazendo uma gravação da imagem de acordo com as ferramentas que utiliza com o propósito de imprimir uma tiragem de exemplares idênticos podendo ser feita pelo próprio artista ou orientando um impressor especializado. 
Uma gravura é considerada original quando é assinada e numerada pelo artista dentro de conceitos estabelecidos internacionalmente. Após aprovar uma gravura o artista tira várias provas que são chamadas p. a. (prova do artista). Ao chegar ao resultado desejado é feita uma cópia "bonne à tirer" (boa para imprimir – b.p.i.). A tiragem final deve ser aprovada pelo artista, que, então, assina a lápis, coloca a data, o título da obra e numera a série. Finda a edição, a matriz deve ser destruída ou inutilizada. Cada imagem impressa é um exemplar original de gravura e o conjunto destes exemplares é denominado tiragem ou edição. Em uma tiragem de 100 gravuras, as obras são numeradas em frações: 1/100, 2/100 etc. 

Conheça um pouco mais sobre as quatro técnicas de gravura:

 
• Litografia (matriz de pedra): a litografia (lithos = pedra e graphein = escrever) foi criada no ano de 1796 por Alois Senefelder.
• Xilogravura (matriz de madeira): surgiu como conseqüência da demanda cada vez maior de consumo de imagens e livros sacros a partir da invenção da imprensa por Gutenberg, quando as iluminuras e códigos manuscritos passaram a ser um luxo de poucos. A gravura em madeira seria um meio econômico de substituir o desenho manual, imitando-o de forma ilusória e permitindo a reprodução mecânica de originais consagrados.
• Calcografia (matriz de metal): surgiu nos ateliês de ourivesaria e de armaduras, no século XV, onde era usual imprimir-se os desenhos das jóias e brasões em papel para melhor visualização das imagens.
• Serigrafia (matriz de seda ou náilon): também conhecida como silk-screen (tela de seda) é um processo de impressão no qual a tinta é vazada - pela pressão de um rodo ou puxador - através de uma tela preparada. É utilizada na impressão em variados tipos de materiais (papel, plástico, borracha, madeira, vidro, tecido, etc.), superfícies (cilíndrica, esférica, irregular, clara, escura, opaca, brilhante, etc.) espessuras ou tamanhos, com diversos tipos de tintas ou cores. Também pode ser feita de forma mecânica (por pessoas) ou automática (por máquinas).
Produção da tela matriz de serigrafia.

Pintura

Refere-se genericamente à técnica de aplicar pigmento em forma líquida a uma superfície bidimensional, a fim de colori-la, atribuindo-lhe matizes, tons e texturas. Em um sentido mais específico, é a arte de pintar uma superfície, tais como papel, tela, ou uma parede (pintura mural ou de afrescos). A pintura é considerada por muitos como uma das expressões artísticas tradicionais mais importantes; muitas das obras de arte mais importantes do mundo, tais como a Mona Lisa, são pinturas. Diferencia-se do desenho pelo uso dos pigmentos líquidos e do uso constante da cor, enquanto aquele apropria-se principalmente de materiais secos. Enquanto técnica, a pintura envolve um determinado meio de manifestação (a superfície onde ela será produzida) e um material para lidar com os pigmentos (os vários tipos de pincéis e tintas). 
A escolha dos materiais e técnicas adequadas está diretamente ligada ao resultado final desejado para o trabalho como se pretende que ele seja entendido. Desta forma, a análise de qualquer obra artística passa pela identificação do suporte e da técnica utilizadas. Enquanto técnica, a pintura envolve um determinado meio de manifestação (a superfície onde ela será produzida) e um material para lidar com os pigmentos (os vários tipos de pincéis e tintas). 
O suporte mais comum é a tela (normalmente uma superfície de madeira coberta por algum tipo de tecido), embora durante a Idade Média e o Renascimento o afresco tenha tido mais importância. É possível também usar o papel (embora seja muito pouco adequado à maior parte das tintas). Quanto aos materiais, a escolha é mais demorada e, normalmente, envolve uma preferência pessoal do pintor e sua disponibilidade. Materiais comuns são: a tinta a óleo, a tinta acrílica, o guache e a aquarela.
Pintura da artista Helene Beland.
É também possível lidar com pastéis e crayons, embora estes materiais estejam mais identificados com o desenho.
No entanto, há controvérsias sobre essa definição de pintura. Com a variedade de experiências entre diferentes meios e o uso da tecnologia digital, a idéia de que pintura não precisa se limitar à aplicação do "pigmento em forma líquida". Atualmente o conceito de pintura pode ser ampliado para a representação visual através das cores. Mesmo assim, a definição tradicional de pintura não deve ser ignorada.
O elemento fundamental da pintura é a cor. A relação formal entre as massas coloridas presentes em uma obra constitiu sua estrutura fundamental, guiando o olhar do espectador e propondo-lhe sensações de calor, frio, profundidade, sombra, entre outros. Estas relações estão implícitas na maior parte das obras da História da Arte e sua explicitação foi uma bandeira dos pintores abstratos.

Conheça as principais técnicas e materiais da pintura:


• Muralismo, pintura mural ou parietal: é a pintura executada sobre uma parede, quer diretamente na sua superfície, como num afresco, quer num painel montado numa exposição permanente. Ela difere de todas as outras formas de arte pictórica por estar profundamente vinculada à arquitetura, podendo explorar o caráter plano de uma parede ou criar o efeito de uma nova área de espaço. A técnica tradicional de uso mais generalizado é a do afresco, que consiste na aplicação de pigmentos de cores diferentes, diluídos em água, sobre argamassa ainda úmida.
• Tinta a óleo: é uma mistura de pigmento pulverizado e óleo de linhaça ou papoula. É uma massa espessa, da consistência da manteiga, e já vem pronta para o uso, embalada em tubos ou em pequenas latas. Dissolve-se com óleo de linhaça ou terebintina para torná-la mais diluída e fácil de espalhar. O óleo acrescenta brilho à tinta; o solvente tende a torná-la opaca.
A grande vantagem da pintura a óleo é a flexibilidade, pois a secagem lenta da tinta permite ao pintor alterar e corrigir o seu trabalho.
• Acrílico: é uma tinta sintética solúvel em água que pode ser usada em camadas espessas ou finas, permitindo ao artista combinar as técnicas da pintura a óleo e da aquarela. Se você quiser fazer tinta acrílica, você pode misturar tinta guache com cola.
• Aquarela: é uma técnica de pintura na qual os pigmentos se encontram suspensos ou dissolvidos em água. Os suportes utilizados na aquarela são muito variados, embora o mais comum seja o papel com elevada gramatura (espessura do papel). São também utilizados como suporte o papiro, casca de árvore, plástico, couro, tecido, madeira e tela.
• Guache: é um tipo de aquarela opaca. Seu grau de opacidade varia com a quantidade de pigmento branco adicionado adicionado à cor, geralmente o suficiente para evitar que a textura do papel apareça através da pintura, fazendo com que não tenha a luminosidade das aquarelas transparentes.
•  Colagem
Também é considerada uma técnica convencional de artes visuais que utiliza vários materiais aplicados em diferentes suportes para criar um efeito diferente e interessante. Ao abrigar no espaço do quadro elementos retirados da realidade - pedaços de jornal e papéis de todo tipo, tecidos, madeiras e objetos variados, a colagem passa a ser concebida como construção sobre um suporte, o que dificulta o estabelecimento de fronteiras rígidas entre pintura e escultura.
Colagem (papel celofane, cartolina e cola).


Escultura


É uma arte que representa imagens plásticas em relevo total ou parcial usando a tridimensionalidade do espaço.
Os processos da arte em escultura datam da Antigüidade e sofreram poucas variações até o século XX. Estes processos podem ser classificados segundo o material empregado: pedra, metal, argila, gesso ou madeira.
A técnica da modelagem consiste em elaborar esculturas inéditas através desta técnica. São utilizados materiais macios e flexíveis, facilmente modeláveis, como a cera, o gesso e a argila.
No caso da argila, a escultura será posteriormente cozida, tornando-se resistente. A modelagem é, também, o primeiro passo para a confecção de esculturas através de outras técnicas, como a fundição e a moldagem.
A técnica do entalhe é um processo que requer tempo e esforço, já que o artista trabalha minuciosamente numa escultura, cortando ou extraindo o material supérfluo (madeira, por exemplo) até obter a forma desejada.
O material é sempre rígido e, com freqüência, pesado. A arte de esculpir em madeira utiliza poucas espécies de árvores, que são selecionadas em função da sua textura, da beleza do material proporcionado pelos veios e pela tonalidade da matéria prima.
As madeiras comumente utilizadas são o cedro e o mogno, por serem fáceis de trabalhar e mais leves. O acabamento da obra é dado com tintas e vernizes preparados com resinas químicas ou naturais.
Outra técnica utilizada para a escultura é fundição de metal (ferro, cobre, bronze etc) em que se faz um processo complexo que começa com um modelo em argila, passando por um molde que será preenchido com cera, obtendo-se outra peça idêntica neste material, que poderá ser retocada, para corrigir algumas imperfeições derivadas do molde. Depois de modelada em cera.
Em seguida, o metal líquido é vazado dentro de um molde, ocupando o lugar deixado pela cera. O gesso é dissolvido em uma lavagem a jato de água, revelando a peça com seus contornos. A escultura de metal passa, então, por um processo final de recorte e de acabamento.
Escultura em madeira.
Escultura em pedra.


 Arquitetura


Entre muitas outras coisas, a Arquitetura é a organização do espaço tridimensional. É uma atividade humana existente desde que o homem passou a se abrigar das intempéries do clima. Uma definição mais precisa da área envolve todo o design do ambiente construído pelo homem, o que engloba desde o desenho de mobiliário (desenho industrial) até o desenho da paisagem (paisagismo) e da cidade (urbanismo), passando pelo desenho dos edifícios e construções (considerada a atividade mais comum dos arquitetos). O trabalho do arquiteto envolve, portanto, toda a escala da vida do homem, desde a manual até a urbana.
A arquitetura se manifesta de dois modos diferentes: a atividade (a arte, o campo de trabalho do arquiteto) e o resultado físico (o conjunto construído de um arquiteto, de um povo e da humanidade como um todo).
A Arquitetura depende ainda, necessariamente, da época da sua ocorrência, do meio físico e social a que pertence, da técnica decorrente dos materiais empregados e, finalmente, dos objetivos e dos recursos financeiros disponíveis para a realização da obra, ou seja, do programa proposto.
Bem mais do que planejar uma construção ou dividir espaços para sua melhor ocupação, a Arquitetura fascina, intriga e, muitas vezes, revolta as pessoas envolvidas pelas paredes. Isso porque ela não é apenas uma habilidade prática para solucionar os espaços habitáveis, mas encarna valores. A Arquitetura desenha a realidade urbana que acomoda os seres humanos no presente. É o pensamento transformado em pedra, mas também a criação do pensamento.
Arquitetura colonial - Ouro Preto.
Arquitetura moderna - Palácio do Planalto - Brasília.

Fonte:  
http://pt.scribd.com/
(APOSTILA DE ARTE – ARTES VISUAIS – Garcia Junior)


5 Curiosidades sobre o lápis

Algumas informações curiosas que talvez você não saiba
1 – O lápis mais antigo do mundo


2 – O menor lápis do mundo

O menor lápis do mundo mede 17,5 mm de comprimento por cerca de 3 mm de espessura. Foi o Conde Von Faber-Castell que solicitou este lápis miniatura (com 1/10 do comprimento normal), especialmente fabricado com abeto norte-americano para que fosse distribuído como brinde na inauguração do maior lápis do mundo. O lápis então viajou com o Conde metade do globo até a Malásia. O anãozinho foi tão admirado que a empresa decidiu produzir uma edição limitada de 50 unidades para o Natal.

3 – O maior lápis do mundo

Fica em uma unidade da Faber-Castell, perto de Kuala Lumpur, na Malásia e mede quase 65 metros de altura. Está alojado em um invólucro de vidro.  Concluído em 2002, é feito a partir de pequenos pedaços de madeira. O projeto exigiu mais de 7029 horas de trabalho,  dentro de um período de dois anos que levou para ser concluído. O lápis já é listado no Guinness Book of World Records como o maior lápis do mundo.
O recorde anterior também é da Faber-Castell, que mede cerca de 12 metros;  fica em frente ao castelo da família de Anton Wolfgang Von Faber-Castell, em Stein, perto de Nuremberg, na Alemanha.
4 – Como alguém reconhece um lápis de qualidade?



Grafite:
  • Faz uma marca contínua (nenhuma variação no sombreado);
  • Resistente (não quebra facilmente);
  • Não falha na escrita;
  • Deve deslizar bem no papel para não cansar.
Madeira:
  • Fácil de apontar;
  • Linear;
  • Não deforma;
  • Superfície uniformemente polida;
  • Inclinação na ponta.
5 – Quem inventou o lápis?
A história do lápis confunde-se com a evolução da humanidade. Por isso, a sua autoria é desconhecida até hoje. Têm-se, apenas, conhecimento de alguns marcos históricos, como:
70 d.C. - Plínio, o Velho, menciona pequenos discos de chumbo, observando que não eram usados para escrever ou desenhar, mas apenas direcionar o traçado das linhas.
1565 - Na Grã-Bretanha é localizado o primeiro registro do uso da grafite nas minas dos lápis, totalmente desprovidos de refinamento, feitos como um sanduíche de dois pedaços de madeira com a grafite no meio.
1644 - Primeiro registro do uso do lápis na Alemanha, por um oficial da artilharia.
1659 - A profissão de fabricante de lápis é citada em documento oficial pela primeira vez, num contrato de casamento na cidade de Nuremberg.
1761 - Em Stein, cidade próxima a Nuremberg, na Alemanha, Kaspar Faber inicia as suas atividades na produção de lápis.
Fonte: Faber-Castell


Como desenhar uma criança a lápis grafite

Geralmente quando se trata de desenhar crianças, muitos alunos meus torcem o nariz demonstrando uma certa falta de entusiasmo por considerarem uma aventura sujeita a uma desilusão pelo facto do rosto das crianças exigirem um pouco mais de sensibilidade para com os seus traços em comparação a um rosto adulto. A delicadeza das linhas faciais, o arredondamento dos músculos, torna necessário uma atenção maior e um domínio equilibrado das formas que deveram ser acentuadas com a aplicação da técnica de claro e escuro, ou seja, criar um maior contraste entre luzes e sombras para fazer prevalecer as delicadas forma faciais. O esboço inicial é também muito importante. Demonstrei em aulas anteriores varias técnicas para efectua-lo, a depender da qual for escolhida, o aluno deverá procurar executa-la com a máxima perfeição para que o esboço possa facilitar a captação da expressão do modelo. Começamos o desenho pelo olho esquerdo. Em artigos anteriores demonstrei através de imagens a vantagem em procurar desenhar sempre da esquerda para direita, assim evitará que as mão funcionem com borracha manchando o desenho que se encontra por baixo. De qualquer maneira, quando for iniciar a 2º fase do desenho, essa situação será inevitável e isso levará a necessidade de utilizar por baixo da mesma, um papel para proteger do contacto directo.




 Depois de finalizado o olho esquerdo partimos par o direito. Repare o detalhe de forma arredondada que busco ao desenhar a capa inferior dos olhos em que na prática seria considerada como olheiras, mais essas são características musculares típicas nas crianças a qual na fase 2 do desenho, será mais atenuada com a utilização de um esfuminho.

 Depois de terminada a sessão dos olhos faremos o nariz e depois a boca. Repare a forma arredondada do nariz e dos lábios da criança. Caracteristicas típicas que não são comuns no rosto de um adulto, são nesses pontos que encontramos as diferenças notórias entre o desenho do rosto infantil e adulto que devem ser levado em conta.

Temos agora praticamente todo o rosto desenhado com as aplicações das sombras que deveram ser espalhadas com o uso do lenço de papal, dedos e o esfuminho, como exemplifiquei em aulas anteriores neste site. Repare o detalhe do arredondamento do queixo que caracteriza o rosto de uma criança.


A mesma caracteristica arredondada e volumosa são aplicadas também em todo o corpo como pode comprovar na imagem a baixo. Tenha a atenção as sombras colocadas de maneira estratégicas que transmitem as formas arredondadas e delicadas do corpo da criança.

 As pernas, pés e dedos são desenhadas e sombreadas acompanhando as formas arredondadas de todo o corpo. Repare que todo o desenho é feito sem haver uma grande variação na tonalidade. Isso é muito importante, todo o esboço deve acompanhar o mesmo nível de tons sem haver grande variação, evidentemente as diferenças profundas de tonalidade são visíveis nas sombras mais escuras, mais nunca deve ser muito intensa.
 Agora repare na foto o resultado após o simples uso dos dedos para espalhar o grafite e a utilização do lenço para uniformizar. “Técnicas já ensinadas em aulas anteriores”.

Nessa fase já foi utilizado o processo 2 que corresponde a aplicação de grafite mais macio e consequentemente mais escuro criando um maior contraste e volume as formas.


Observe os detalhes dos olhos no que consiste na variação de luzes. Resultado obtido através da técnica da borracha ensinada em artigos anteriores. Se ficou alguma dúvidas com relação a alguns efeitos ou técnicas, você certamente irá encontrar respostas nos artigos anteriores dos quais fui mais minucioso na informação e para não tornar repetitivo tornei esse artigo mais direto.


Por: Anildo Motta
Site: http://www.anildo-motta.com/

Ilusões Óticas Tridimensionais: Incríveis Pinturas em 3D Art

Artistas do mundo todo vêm se dedicando ao 3D Art, conhecido também como 3D Street Art ou 3D Chalk Street Art. Na verdade, tridimensional é a ilusão ótica obtida, dependendo do ponto de visão de quem observa a pintura. São ilusões de crateras, objetos, pessoas, tudo feito apenas pintando o chão e aplicando a perspectiva correta. As pinturas são bidimensionais, feitas sobre planos como ruas e pisos.

Algumas imagens vão por um caminho mais realista, enquanto outras são pura fantasia. O uso de luz e sombra, pintando sobre o chão, e mesmo com auxílio de partes de parede, calçadas e escadas, ajuda a criar os efeitos 3D. São feitos também em adesivos para chão, em PVC, e usados em campanhas de marketing (floorstickers).

Veja alguns trabalhos fantásticos desse gênero que se encaixa na família do grafite e busque inspiração para quem sabe criar suas próprias ilusões óticas.

























 

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